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	<title>análise comportamental aplicada &#8211; CIEC Comportamental</title>
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	<description>Análise do Comportamento Aplicada</description>
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		<title>Indivíduos com TDAH em meio às novas revoluções digitaise sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 20:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
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<p>A cada dia que acordamos somos desafiados a enfrentar um novo mundo à nossa frente. “Amanhã será um novo dia.…” virou, quase literalmente, “Amanhã será um novo mundo…”.</p>



<p>Todo dia existe um novo “app”, uma nova comunidade digital, milhões de novas informações e toda uma nova forma de se relacionar e de se viver. A velocidade da rotação da terra aumentou. E o combustível é a tecnologia. Se tudo é tão rápido, como conseguiremos selecionar a informação, apreendê-la, entender o contexto e formar novos aprendizados?</p>



<p>O diagnóstico de TDAH não é recente. Há relatos que datam de centenas de anos anteriores. Desde a primeira metade do século passado, crianças, jovens e adultos com TDAH são reconhecidos pela medicina como tendo dificuldades de sustentar atenção, problemas de organização, inquietude e impulsividade. Quando compreendido este contexto, é muito provável que diversos questionamentos venham às nossas mentes.</p>



<p>Podemos assim nos indagar: A descrição de TDAH feita no século passado ainda é válida para os dias de hoje? Quais são os novos desafios enfrentados por pacientes com TDAH? Como os profissionais de saúde podem atualmente ajudar os pacientes com TDAH? Essas são apenas algumas das perguntas para este novo capítulo da nossa História.</p>



<p>Nesta série de artigos, discutirei alguns novos temas que acredito serem relevantes sobre o diagnóstico de TDAH e sobre o paciente com TDAH neste novo milênio. A intenção não é a de ter respostas certas, mas sim de ter questionamentos relevantes. O mundo vai continuar a rodar em uma velocidade vertiginosa. Questionar, indagar, repensar e mudar serão os verbos mais importantes deste admirável mundo novo. Pode apostar!!!</p>



<p><strong>E como fica o diagnóstico de TDAH?</strong></p>



<p>O diagnóstico de TDAH foi estabelecido e reconhecido nas classificações internacionais de transtornos mentais desde o século passado. Mostrou-se assim consistente até hoje. Desta forma, não se discute a existência do TDAH e não é minha intenção aqui questiona-lo. Entretanto, é bastante necessário contextualizar o diagnóstico nos dias de hoje. Sobretudo as consequências de ser portador de TDAH atualmente. Outro aspecto significativo nesta discussão é a influência da mídia digital (e mais especificamente o tempo dedicado a navegar nesta mídia) sobre a atenção, especialmente de quem não tem TDAH. Isto porque muitas pessoas se sobrecarregam de atividades paralelas e, quando não conseguem executar o que pretendem, logo se autodiagnosticam como tendo TDAH. Isto é um erro, uma banalização do diagnóstico que prejudica quem realmente é portador de TDAH.</p>



<p>Em sua última revisão pela Associação Psiquiátrica Americana (APA), publicada na quinta edição do manual conhecido como DSM (DSM 5), o TDAH se manteve como um diagnóstico com origem na infância (os sintomas devem estar presentes antes dos 12 anos de idade), com comprometimento significativo em ambientes diversos, podendo persistir na vida adulta. O diagnóstico é clínico e não depende de exames complementares para ser feito. Uma das maneiras de se investigar comprometimento é solicitando ao paciente que dê exemplos de desfechos negativos em sua vida diária que possam se associar aos sintomas de TDAH.</p>



<p>É neste momento que se deve lembrar que o paciente com TDAH vive nos dias atuais, no século 21, em meio a uma gama de novas atividades, boa parte delas associadas a utilização de mídia digital. Desta maneira, podemos então nos perguntar: O paciente com TDAH utiliza a mídia digital, e mais especificamente as redes sociais da mesma forma? Será que eles têm comprometimento específico que deve ser investigado? Existe um padrão de comprometimento e então a necessidade de construirmos uma entrevista mais atualizada?</p>



<p>Talvez a proposição mais acertada seja a de nos dedicarmos (médicos, psicólogos, profissionais de saúde e educação) a fazer uma entrevista mais detalhada sobre como o paciente utiliza a internet. Buscar assim exemplos de vida real (surfar no mundo virtual já faz parte da vida real) onde a desatenção, inquietude e impulsividade possam trazer desfechos negativos na utilização dos diversos instrumentos digitais. Talvez seja datado perguntar “com que frequência você perde seu relógio de pulso? ”. Com uma pequena adaptação poderíamos perguntar “ com que frequência você perde seu&nbsp;<em>apple watch</em>? ”. Ou perguntar “com que frequência você inicia chats online e não dá sequencia, deixando as pessoas falando sozinhas?”. Outra exemplo de investigação de desfechos negativos poderia ser “com que frequência você manda fotos,&nbsp;<em>prints</em>&nbsp;de tela, e mesmo&nbsp;<em>nudes</em>, de forma impulsiva, arrependendo-se em seguida?”.</p>



<p>Não tenho dúvidas que ainda podemos pensar em mais uma dezena de novas perguntas. Dei acima apenas alguns exemplos. É bom lembrar que o contexto atual não se restringe ao uso de mídia digital. Porém, como um bom recorte deste admirável mundo novo, o uso da internet serve como um excelente paradigma para estas novas discussões.</p>



<p>No próximo texto, discutirei sobre o excesso no uso da mídia digital e sua associação com desatenção em pacientes que não possuem TDAH. Focarei no perigo do autodiagnostico, banalização do termo TDAH, e prejuízos para aqueles que realmente possuem o diagnóstico.</p>



<p><strong>O CIEC oferece o programa START que agora conta também com o PEERS®, duas eficientes abordagens para desenvolvimento de habilidade sociais!</strong></p>



<p>Créditos: <em>Daniel Segenreich – Vice-presidente da Associação Brasileira do Déficit de Atenção</em></p>
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		<title>AUTISMO e Análise do Comportamento Aplicada (ABA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 20:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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<p>Percebemos, muitas vezes, que o assunto autismo reveste-se de uma concepção de “infelicidade” por aqueles que o desconhecem e acabam escorando-se em tabus e preconceitos, em desfavor dos indivíduos com autismo e suas famílias.</p>



<p>Comprometimentos variáveis e crônicos em interação social, comunicação verbal e não verbal, interesses restritos e inflexibilidade (atividades ritualizadas e repetitivas), compõe o quadro do que se define como Transtorno do Espectro Autista – TEA.</p>



<h5 class="wp-block-heading">O autismo está classificado dentro dos Transtornos do Neurodesenvolvimento, segundo o Manual Diagnóstico DSM-V. O grau de gravidade varia desde pessoas que apresentam quadro leve e com total independência e discretas dificuldades de adaptação até aquelas que serão dependentes para atividades de vida diária ao longo de toda a vida. Segundo o CDC (<a href="http://www.cdc.gov/">Centers for Disease Control and Prevention</a>), a prevalência para o TEA é de 1:54 indivíduos.</h5>



<p>Assim, o autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por um conjunto de sintomas que afetam a socialização, a comunicação e o comportamento, com especial destaque para o comprometimento da interação social. <strong></strong></p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os principais sintomas que podem despertar para a investigação de TEA são: ausência de contato visual, movimentos repetitivos e esteriotipados, déficits de linguagem (verbal e não-verbal) e comunicação, ausência de reação ao ser chamado pelo nome, brincadeiras disfuncionais (brincar sem propósito), dentre outros. Nesse contexto, é essencial a avaliação médica especializada para o diagnóstico precoce, uma vez que o mesmo é iminentemente clínico, e a antecipação das intervenções melhora o prognóstico. O diagnóstico precoce pode ajudar os profissionais a desenvolverem tratamentos para reduzirem a frequência e a gravidade dos sintomas desse transtorno, tais como: problemas sensoriais, desenvolvimento de linguagem, programas sociais, dificuldades alimentares, entre outros.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Após o diagnóstico, os pais, responsáveis e familiares, experienciam as situações de lidar com o diagnóstico e de busca pelo tratamento, que geralmente envolve uma equipe multiprofissional (médico, psicólogo comportamental, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicopedagogo) a depender das necessidades de cada paciente.</p>



<p>O autismo, do ponto de vista comportamental, é um conjunto de déficits (sociais, comunicativos, adaptativos) e excessos comportamentais (movimentos corporais repetitivos, agressividade, baixa tolerância à frustação).</p>



<p>Nesse ínterim, a ABA (Applied Behavior Analysis) utiliza-se de métodos com fundamentos científicos para construir repertórios socialmente relevantes e reduzir repertórios problemáticos (Cooper, Heron &amp; Heward, 1989). Além disso, a ABA, no português Análise do Comportamento Aplicada, é a forma de tratamento que possui mais investigações científicas e relatos de sucesso dentre as terapias que lidam com indivíduos diagnosticados com autismo. Os programas ABA constroem pré-requisitos de atenção e habilidades básicas de aprendizagem para que as crianças sejam capazes de aprender sem ajuda e estarem preparadas para desenvolver conhecimentos complexos.</p>



<p>O contexto de aplicação da Análise do Comportamento Aplicada é bastante vasto, inclui desde clínicas, empresas, hospitais, publicidade, esporte etc. No entanto, ficou muito relacionado ao tratamento com autismo, principalmente, devido aos resultados de um estudo publicado nos EUA em 1987 pelo psicólogo Dr. O. Ivar Louvaas (Universidade da Califórnia Los Angeles).</p>



<p>&nbsp;Nesse estudo, 19 crianças entre 4 e 5 anos, diagnosticadas com autismo, foram submetidas a 40 horas de atendimento semanais – intervenção precoce intensiva. Depois de dois anos, o Quociente de Inteligência (QI) dessas crianças havia aumentado 20 pontos em média, e elas foram completamente reintegradas na escola regular. Crianças que não foram submetidas à terapia comportamental ABA, não apresentaram melhoras.</p>



<p>Várias escolas especializadas em Análise do Comportamento Aplicada foram criadas após essa publicação. As escolas especializadas que surgiram desde esta época ainda oferecem ensino com qualidade e estão constantemente tornando público os resultados obtidos.&nbsp; Entre as escolas mais conhecidas estão: PCDI (New Jersey, EUA), NECC (Massachusetts, EUA), Spectrum Center (Califórnia, EUA), Jericho School (Flórida, EUA), Ann Sulivan (Peru e Brasil), e mais recentemente, AMA (São Paulo, Brasil). Algumas dessas escolas trabalham apenas com crianças diagnosticadas com autismo e outras atendem um público mais diversificado, com outros transtornos do desenvolvimento. Porém, todas utilizam a metodologia gerada pela pesquisa na área de Análise do Comportamento Aplicada.</p>



<p>Em 1994, uma mãe americana Catherine Maurice, teve o diagnóstico de autismo dos seus dois filhos. Ela, então, entra em contato com os estudos de Lovaas e publica o livro “Let me Hear your voice” (Deixe-me ouvir sua voz), elevando assim a popularidade desse estudo. Houve nos EUA, uma explosão e um aumento por serviços em ABA para indivíduos com autismo, além de mudanças na legislação educacional, na regulamentação e financiamento dos serviços em ABA.</p>



<p>De acordo com o Departamento de Saúde do Estado de Nova Yorque, procedimentos derivados da análise do comportamento são essenciais em qualquer programa desenvolvido para o tratamento de indivíduos diagnosticados com autismo. A academia nacional de ciências dos EUA, por exemplo, concluiu que, o maior número de estudos bem documentados se utilizaram de métodos comportamentais. Além disso, a Associação para a Ciência do Tratamento do Autismo dos Estados Unidos, afirma que ABA é o único tratamento que possui evidência científica suficiente para ser considerado eficaz. (Caio Miguel, Ph.D, Psicólogo, doutor em análise do comportamento pela Western Michigan University. Artigo publicado no BAB &#8211; Boletim Autismo Brasil n.2, de junho de 2005).</p>



<p>A Análise do Comportamento Aplicada segue alguns princípios básicos para o ensino do indivíduo com desenvolvimento atípico como: ensino de unidades mínimas passíveis de registro; ou seja, “quebra” habilidades maiores em menores que sejam passíveis para o indivíduo aprender (esse ensino de habilidades começa do simples para o mais complexo). É de extrema importância a consistência entre as pessoas que têm contato com o indivíduo que está aprendendo, pois a equipe de profissionais, a escola e a família precisam estar alinhadas em relação aos procedimentos que estão sendo adotados, do entendimento da função do comportamento emitido, entre outros.</p>



<p>O ensino é individualizado, pois leva-se em consideração o repertório de cada indivíduo. A partir da avaliação inicial é estabelecido um currículo com metas e objetivos de curto e longo prazo. Todo o planejamento da intervenção é realizado, contemplando: estrutura de ensino, que poderá ser mais estruturado ou mais voltado para ensino no próprio cotidiano do indivíduo, intensidade (como horas semanais), terapeutas, necessidades familiares e escolares etc. É importante destacar que a avaliação é constante, pois norteia todo o trabalho do analista do comportamento. Para isso, os registros de todos os procedimentos são rigorosamente realizados para que haja o adequado controle dos procedimentos realizados e de seus resultados.</p>



<p>Outro ponto valioso na Terapia ABA é que, o aprender precisa ser sempre muito prazeroso (reforçador), as respostas esperadas (corretas) são sempre comemoradas (reforçadas positivamente), já os comportamentos problemáticos como (agressões, autolesões, respostas estereotipadas etc), não são reforçadas, o que exigi treino, habilidade e conhecimentos específicos por parte do profissional.</p>



<p>A Análise do Comportamento Aplicada apresenta mais de 50 anos de pesquisa científica contínua com resultados mensuráveis e efetivos. Infelizmente existem ainda várias informações errôneas devido a falta de conhecimentos, o que leva a preconceito e discriminação, além da carência de profissionais especializados. O envolvimento dos pais, da família, da escola, da equipe multiprofissional (médico, psicólogo comportamental, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicopedagogo) são fundamentais durante todo o processo. O tratamento, utilizando a Análise do Comportamento Aplicada, deve ser contínuo e possibilita resultados consistentes, sendo considerado, no momento, o mais efetivo.</p>



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