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	<title>CIEC Comportamental</title>
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	<description>Análise do Comportamento Aplicada</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Sep 2023 13:07:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>TDAH e Mídias Sociais: Muitos Motivos de Preocupação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 12:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Plataformas de mídias sociais são atualmente uma forma comum de compartilhamento de informações médicas. O TikTok, em particular, é o aplicativo mais baixado desde 2020, em particular entre adolescentes e adultos jovens; #adhd é nada menos que o sétimo hashtag de saúde mais procurado nesta plataforma.</p>



<p></p>



<p>Embora estes conteúdos possam combater estigma e aumentar a conscientização sobre problemas de saúde física e mental, existe a preocupação de que possam fornecer informações incorretas e, em particular, o que se convencionou chamar de “cibercondria”, a hipocondria de transtornos que os usuários passam a conhecer nas mídias sociais.</p>



<p></p>



<p>No caso específico do TDAH a situação é mais grave. Como não é um diagnóstico do tipo “tudo ou nada” (como hepatite, HIV, câncer, etc – ou seja, você tem ou não tem) mas sim algo que todos nós temos em algum grau (como no caso do diabetes, hipertensão arterial ou glaucoma, onde o diagnóstico só é dado quando se tem “demais”), qualquer pessoa que veja um vídeo sobre TDAH vai “se reconhecer” invariavelmente, em algum grau.</p>



<p></p>



<p>TDAH e diabetes são os&nbsp;<em>extremos</em>&nbsp;de coisas que todos têm.</p>



<p></p>



<p>Por que a preocupação?</p>



<p></p>



<p>Existe um enorme volume de informações nas mídias sociais que não são moderadas por profissionais de saúde, isto é, qualquer um, independentemente de seu nível de conhecimento técnico-científico, pode publicar algo sobre qualquer doença.</p>



<p></p>



<p><strong><em>É o oposto do que se faz no meio científico.</em></strong></p>



<p></p>



<p>Para publicar qualquer artigo, o manuscrito original é submetido a avaliações de revisores anônimos (não pagos), reconhecidamente especializados no assunto e que nunca trabalham ou trabalharam junto com os autores. E se houver qualquer possibilidade de conflito de interesses (principalmente os econômicos), o “sarrafo é muito mais em cima”.</p>



<p></p>



<p>No caso do Tik Tok e do Instagram, muitos canais têm o principal objetivo de monetização, ou seja, ganhar dinheiro. Para lembrar de um problema recente durante a trágica pandemia do COVID: 12 dos principais influenciadores antivacina dos Estados Unidos representavam uma “indústria” com receitas anuais de ao menos 36 milhões de dólares. Isso porque esses perfis impactam milhões de seguidores que clicam em links com anúncios, compram cursos com premissas duvidosas e alimentam um mercado que rende até 1,1 bilhão para as redes sociais que abrigam os conteúdos.</p>



<p></p>



<p>Um artigo publicado este ano no Jornal Canadense de Psiquiatria, uma revista científica especializada, avaliou os 100 vídeos mais populares do Tik Tok sobre TDAH. Os vídeos falavam sobre o diagnóstico, sobre a experiência pessoal de quem tinha TDAH ou foi diagnosticado e ainda sobre como lidar com o transtorno.</p>



<p></p>



<p>Os vídeos foram analisados e classificados em 3 grupos: (1) vídeos úteis (2) vídeos com experiência pessoais e (3) vídeos com conteúdo incorreto. Neste último caso, os vídeos continham informações que não tinham fundamentação científica ou então continham generalizações também sem fundamento (mesmo que fossem sobre experiências pessoais).</p>



<p></p>



<p>O resultado?</p>



<p></p>



<p><strong><em>Dos 100 vídeos, 52% foram classificados como tendo conteúdo incorreto</em>.</strong></p>



<p></p>



<p>A grande maioria foi considerada como tendo uma linguagem clara e de fácil compreensão,&nbsp;<strong>mesmo quando não apresentam conteúdo correto.</strong></p>



<p></p>



<p>Estes resultados são coerentes com outras análises publicadas em artigos científicos, sobre diversos outros problemas, simples e graves, desde acne até diabetes e litíase biliar (pedra na vesícula).</p>



<p></p>



<p>Como os algoritmos tendem a mostrar outros vídeos similares, ocorre um potencial de aumentar as informações incorretas. Além disso, o fenômeno da “romantização” do TDAH e a tendência de usar o diagnóstico “para justificar uma série de comportamentos” que na verdade têm outra origem contribuem para deixar os especialistas preocupados com a situação atual.</p>



<p></p>



<p>O filósofo Thomas Kuhn advertia: “A exposição a gansos e cisnes tem um papel essencial no aprendizado do reconhecimento de patos”.&nbsp;<strong><em>Desatenção, inquietude, procrastinação, deixar tudo para a última hora, dificuldade para se organizar, etc podem ser devidas a uma série de problemas e também podem ser observadas em indivíduos normais.</em></strong></p>



<p></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Nem tudo que parece com TDAH é TDAH.</strong></p>
</blockquote>



<p></p>



<p>Antes de se “autodiagnosticar” ou, pior ainda, entrar num “curso sobre TDAH”, que tal abordar este&nbsp;<em>novíssimo</em>&nbsp;problema com uma&nbsp;<em>velhíssima</em>&nbsp;recomendação?</p>



<p></p>



<p><strong>Consulte um especialista!</strong></p>



<p>.</p>



<p>CRÉDITOS:</p>



<p>Fonte: <a href="https://tdah.org.br/tdah-e-midias-sociais-muitos-motivos-para-preocupacao/">https://tdah.org.br/</a></p>



<p>Autor: Paulo Mattos</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fundador da Associação Brasileira do Déficit de Atenção,&nbsp; MD, PhD,&nbsp; ex-professor e coordenador de Psiquiatria e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde recebeu o prêmio de Excelência em Educação Médica e foi professor homenageado várias vezes ao longo de sua carreira acadêmica.</li>



<li>Atualmente é professor do Programa de Doutorado do Instituto D’Or de Pesquisa e Educação (IDOR), onde também participa de diferentes áreas de pesquisa (TDAH, Envelhecimento e Demência, Neuropsicologia).</li>



<li>Participou de diversos comitês nacionais e internacionais e ministrou palestras em diversos congressos. Recebeu bolsas do NIMH (Instituto Nacional de Saúde Mental, EUA), da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O Dr. Paulo Mattos publicou mais de 150 artigos científicos e orientou mais de 40 alunos de mestrado e doutorado.</li>
</ul>
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		<title>Caro Professor: Vamos Trabalhar Juntos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 11:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[O tempo de volta às aulas significa que é hora de escrever uma carta para a professora do seu filho e descrever as acomodações para TDAH<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tempo de volta às aulas significa que é hora de escrever uma carta para a professora do seu filho e descrever as acomodações para TDAH que a ajudaram a encontrar melhor sucesso na sala de aula.</p>



<p>Escreva uma carta para o professor da escola do seu filho para começar bem o ano acadêmico. Você vai querer discutir os sintomas do seu filho de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), dislexia ou outras dificuldades de aprendizagem, sua medicação para TDAH, se ele tomar uma, bem como as acomodações para TDAH que o ajudaram a ter sucesso na escola.Aqui está a carta de um dos pais, que pode lhe dar algumas ideias para criar a sua própria.</p>



<p>Para Os Professores De Zachary:</p>



<p>Zachary Klein estará na sua aula este ano. Ao longo dos anos, achamos útil dar aos professores alguns antecedentes sobre ele, além do PEI em seu arquivo. Isso geralmente garante um início bem-sucedido do ano letivo.</p>



<p>Zach tem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Ele está tomando medicação, mas isso não muda quem ele é, e é mais eficaz em ajudá-lo a se concentrar do que em controlar seu comportamento. Zach tem um ótimo senso de humor, e aproveitar isso no início do ano geralmente funciona bem. Zach leva as críticas para o lado pessoal e odeia ser gritado. Ele nem sempre vai deixar você saber, mas ele se preocupa e é muito sensível. Ele pode agir de forma legal e durão, mas, se teve um dia ruim, ele desmorona quando chega em casa.</p>



<p>Zach está animado com o ano novo. Ele quer se estabelecer e “ser maduro e responsável”. Ele diz isso no início de cada ano, mas nem sempre consegue ter sucesso. O último ano letivo foi difícil, e a autoestima de Zach está muito cansada.</p>



<p>Anexamos uma lista de coisas que funcionaram em algumas situações.</p>



<p>Congratulamo-nos com qualquer ideia que você tenha para manter Zach envolvido na escola, enquanto aumenta sua auto-estima e o ajuda a ter sucesso. Entre em contato conosco a qualquer momento por telefone ou e-mail. Temos horários flexíveis e podemos nos encontrar sempre que for conveniente para você. Estamos ansiosos para trabalhar com você no próximo ano.</p>



<p>Atenciosamente,<br>Pais de Zach</p>



<ol class="wp-block-list" type="1">
<li><strong>ELOGIOS: </strong> Zach responde aos elogios. Quando ele recebe reforço positivo, sua ansiedade diminui e ele pode ficar melhor na tarefa. É melhor, quando possível, falar com Zach sobre mau comportamento em particular.</li>



<li><strong>Valeu pausa: </strong>No passado, os professores deram a Zach um “vale pausa”, para que ele possa sair da sala quando precisar de uma pausa. Ele não o usa com frequência, mas saber que pode ajudá-lo a controlar a ansiedade. Ele pode se levantar de vez em quando para pegar um lenço de papel ou afiar um lápis, e isso o ajuda a se acalmar pelo resto da aula. Ele fica ansioso, quase ao ponto de claustrofobia, quando está no mesmo ambiente por muito tempo.</li>



<li><strong>Espaço silencioso.</strong>&nbsp;Zach tem dificuldade em se concentrar por longos períodos de tempo ao fazer o teste e ao ler. Durante esses longos períodos, você pode movê-lo para um espaço mais silencioso e privado, como o escritório de um professor ou o corredor.</li>



<li><strong>Problemas matemáticos ampliados.</strong>&nbsp;Zach tem problemas para fazer testes de matemática. Ele se sai melhor quando os testes são ampliados, de modo que um ou dois problemas estão em cada página. Às vezes, ele dobra seu trabalho de matemática em quartos, com apenas um problema em cada trimestre, para se ajudar a se concentrar.</li>



<li><strong>Leitura limitada em sala de aula.</strong>&nbsp;É quase impossível para Zach ler em sala de aula por um longo período de tempo. É melhor enviar tarefas de leitura para casa, onde a leitura pode ser feita em silêncio.</li>



<li><strong>Agendamento para aulas difíceis.</strong>&nbsp;Se possível, as aulas mais difíceis de Zach devem ser agendadas no horário da manhã. A concentração se torna mais difícil para ele à medida que o dia avança. Os professores em suas aulas posteriores devem estar cientes disso.</li>



<li><strong>Leniência por atrasos.</strong>&nbsp;A menos que ele tenha muitos lembretes, a desorganização de Zach inibe sua capacidade de entregar o trabalho a tempo. Enquanto nos esforçamos para cumprir os prazos, gostaríamos de clemência para atribuições atrasadas.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância das HABILIDADES SOCIAIS para pessoas com diagnóstico de autismo e TDAH</title>
		<link>https://cieccomportamental.com.br/a-importancia-das-habilidades-sociais-para-pessoas-com-diagnostico-de-autismo-e-tdah/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 13:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O desenvolvimento das habilidades sociais é uma jornada transformadora para pessoas diagnosticadas com autismo e TDAH. Através de um processo dedicado e acolhedor, elas encontram a<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O desenvolvimento das habilidades sociais é uma jornada transformadora para pessoas diagnosticadas com autismo e TDAH. Através de um processo dedicado e acolhedor, elas encontram a chave para desbloquear relações significativas e uma participação plena na sociedade.</p>



<p>Aprender a interpretar expressões faciais, compreender as emoções dos outros e comunicar-se de forma clara é um caminho desafiador, mas repleto de oportunidades. A educação inclusiva, a participação da família e o apoio adequado desempenham um papel vital nesse processo, fornecendo as ferramentas necessárias para que possam interagir de maneira autêntica.</p>



<p>A valorização das diferenças é essencial. Ao promover a empatia e a compreensão, podemos construir um ambiente que acolhe e celebra a diversidade. Cada conquista no desenvolvimento das habilidades sociais é um passo em direção a uma sociedade mais inclusiva e compassiva.</p>



<p>É importante lembrar que cada pessoa no espectro do autismo e TDAH são únicas, com suas próprias necessidades e ritmos de progresso. O respeito pela individualidade e a criação de espaços seguros são fundamentais para que cada um se sinta confortável em expressar sua verdadeira essência.</p>



<p>O programa PEERS é um programa baseado em evidências que foi desenvolvido para ajudar adolescentes que apresentam déficits ou desafios sociais a desenvolver habilidades sociais, competências sociais através de atividades em grupos com os pares.</p>



<p>O programa PEERS ensina aos adolescentes habilidades sociais específicas, como iniciar e manter conversas, fazer e manter amizades, lidar com conflitos e rejeição, além de outras habilidades importantes para interações sociais saudáveis.</p>



<p>O programa é conduzido em grupo, que são ministradas tanto aos adolescentes quanto aos seus pais. Durante as sessões, os adolescentes aprendem repertórios sociais por meio de dramatização, role play, jogos de simulação, atividades de casa e feedback direto, sempre muito motivados para estarem em grupo.</p>



<p>Os pais também são orientados no programa PEERS para que possam ajudar seus filhos a praticar as habilidades sociais em casa e em outros ambientes sociais. Além disso, os pais aprendem a fornecer feedback construtivo aos seus filhos e a identificar oportunidades para praticar habilidades sociais em situações do dia a dia.</p>



<p>Estudos têm mostrado que o programa PEERS é eficaz em melhorar as habilidades sociais e de interação social de adolescentes o que pode levar a melhorias na qualidade de vida e no bem-estar emocional.</p>



<p>Se você tem dúvidas em relação ao PEERS, deixe nos comentários🥰!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é a mais indicada para TEA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 11:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é a terapia mais indicada para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) devido a uma série de razões baseadas em<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Análise do Comportamento Aplicada</strong> <strong>(ABA)</strong> é a terapia mais indicada para o <strong>Transtorno do Espectro Autista (TEA) </strong>devido a uma série de razões baseadas em evidências científicas. A ABA é uma ciência que utiliza métodos com fundamentos científicos para construir repertórios socialmente relevantes e reduzir repertórios problemáticos em indivíduos com autismo.</p>



<p>Uma das principais razões para a recomendação da <strong>ABA </strong>é o seu suporte empírico e eficácia comprovada. Estudos e pesquisas ao longo de mais de 50 anos têm demonstrado consistentemente os benefícios da <strong>ABA </strong>no desenvolvimento de crianças com autismo em comparação com outras intervenções sem suporte empírico. Essa abordagem tem sido associada a ganhos significativos nas áreas de comunicação, habilidades sociais, comportamento adaptativo e brincar.</p>



<p>Além disso, a <strong>ABA </strong>é reconhecida por suas práticas baseadas em evidências <strong>(PBEs)</strong>, que são fundamentadas em rigorosos estudos científicos e são recomendadas por entidades especializadas, como o National Professional Development Center on ASD e o National Autism Center. Essas entidades revisaram a literatura e identificaram várias intervenções da <strong>ABA </strong>como <strong>PBEs </strong>estabelecidas.</p>



<p>A <strong>ABA </strong>também se destaca por sua abordagem sistemática e individualizada. Os programas da ABA são personalizados para atender às necessidades específicas de cada indivíduo com autismo, levando em consideração suas habilidades, interesses e desafios. Essa individualização permite o desenvolvimento de pré-requisitos importantes, como atenção e habilidades básicas de aprendizagem, preparando as crianças para adquirir conhecimentos mais complexos, como leitura e operações aritméticas.</p>



<p>Outro aspecto importante da <strong>ABA </strong>é sua ênfase na mensuração e monitoramento do progresso. Através da coleta de dados sistemáticos, os profissionais de ABA podem avaliar objetivamente o desempenho do indivíduo, ajustar as estratégias de intervenção e tomar decisões embasadas em evidências. Isso permite um acompanhamento detalhado do desenvolvimento e a identificação de áreas que requerem maior atenção e suporte.</p>



<p>No entanto, não basta somente a escolha da melhor intervenção ou prática, as famílias precisam ainda levar em consideração a expertise do profissional, os valores de cada família e o contexto que está inserido.</p>



<p>Em resumo, a <strong>Análise do Comportamento Aplicada </strong>é hoje sem dúvida a intervenção mais indicada para o <strong>TEA </strong>devido ao seu suporte empírico, práticas baseadas em evidências, abordagem individualizada e ênfase na mensuração e monitoramento do progresso. Essa abordagem tem se mostrado efetiva na promoção do desenvolvimento de crianças com autismo e na melhoria de sua qualidade de vida.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do incentivo à educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 13:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Peers]]></category>
		<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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					<description><![CDATA[A inclusão educacional é um direito fundamental de TODOS, independentemente de suas habilidades ou diferenças. E para as pessoas com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimento<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inclusão educacional é um direito fundamental de TODOS, independentemente de suas habilidades ou diferenças. E para as pessoas com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimento esse direito significa uma mudança significativa em suas vidas, proporcionando oportunidades de aprendizado e crescimento pessoal. É fundamental incentivar e promover a educação inclusiva, garantindo que essas pessoas tenham acesso à educação partindo de uma visão de equidade para desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>



<p>A educação inclusiva significa muito mais do que simplesmente permitir o acesso a escola. É uma abordagem holística que se concentra em adaptar o ambiente e as práticas de ensino para atender às necessidades individuais de cada pessoa. Isso pode incluir a utilização de recursos visuais, como cronogramas visuais e comunicação alternativa e aumentativa, além de procedimentos específicos de ensino que levem em conta a forma como as pessoas com TEA aprendem e processam informações.</p>



<p>Além disso, a educação inclusiva pode ajudar a combater o estigma em torno da pessoa com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimneto, promovendo uma cultura de aceitação, diversidade e combater o capacitismo. Quando TODOS estão incluídos na educação, a oportunidade de interação e aprendizagem beneficiam TODOS, ensinando habilidades de empatia, compreensão e respeito as diferenças.</p>



<p>No entanto, a educação inclusiva não pode ser alcançada sozinha. É fundamental que educadores, pais e cuidadores trabalhem juntos para garantir um ensino de qualidade. Isso pode incluir o desenvolvimento de planos individuais de educação (PEI), a colaboração entre os profissionais de saúde e educação, e a promoção de uma cultura de inclusão nas escolas e na sociedade em geral.</p>



<p>Em resumo, a educação inclusiva é crucial para garantir que TODOS, tenham acesso à educação e possam desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como é medida a eficáciado programa PEERS?</title>
		<link>https://cieccomportamental.com.br/como-e-medida-a-eficaciado-programa-peers/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 21:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Peers]]></category>
		<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa PEERS (Program for the Education and Enrichment of Relational Skills) é um programa de intervenção social desenvolvido para ajudar adolescentes e adultos jovens com<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Programa PEERS (Program for the Education and Enrichment of Relational Skills) é um programa de intervenção social desenvolvido para ajudar adolescentes e adultos jovens com desafios sociais a melhorar suas habilidades sociais e relacionais.</p>



<p>A eficácia do programa PEERS pode ser medida por meio de diferentes métodos de avaliação e pesquisa.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Avaliação de resultados: Os pesquisadores e profissionais que implementam o programa PEERS podem avaliar sua eficácia por meio da avaliação direta dos resultados obtidos pelos participantes. Isso pode incluir a avaliação de mudanças nas habilidades sociais e relacionais dos participantes, como habilidades de conversação, habilidades de amizade, habilidades de resolução de problemas e habilidades de interação social. Essas avaliações podem ser feitas por meio de observação direta, entrevistas estruturadas, questionários ou escalas de avaliação validadas.</li>



<li>Avaliação do feedback dos participantes e pais: Outro método de avaliação da eficácia do programa PEERS é a obtenção de feedback dos participantes e de seus pais ou cuidadores. Isso pode ser feito por meio de questionários, entrevistas ou discussões em grupo para entender as percepções dos participantes e de seus familiares sobre as mudanças nas habilidades sociais e relacionais, bem como nos comportamentos e na qualidade de vida dos participantes após a participação no programa.</li>



<li>Comparação com grupo de controle: Um método comum de avaliação de programas de intervenção é a comparação dos resultados obtidos pelos participantes com um grupo de controle. O grupo de controle é um grupo similar aos participantes do programa PEERS, mas que não recebeu a intervenção. Comparar os resultados dos participantes do programa PEERS com os do grupo de controle pode ajudar a identificar as mudanças específicas associadas à participação no programa.</li>



<li>Avaliação de longo prazo: A eficácia do programa PEERS também pode ser avaliada em termos de resultados de longo prazo. Isso pode incluir o acompanhamento dos participantes após a conclusão do programa para avaliar se as habilidades sociais e relacionais adquiridas durante o programa continuam a ser utilizadas e mantidas em suas vidas diárias.</li>
</ol>



<p>É importante ressaltar que a avaliação da eficácia do programa PEERS deve ser baseada em métodos cientificamente validados e que a pesquisa nesse campo está em constante evolução.</p>



<p>O CIEC possui uma equipe multidisciplinar de profissionais e parte da equipe que auxilia na avaliação do programa.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do acesso a recursos e serviços por pessoas com desenvolvimento atípico.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 23:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[A inclusão de pessoas com desenvolvimento atípico na sociedade depende de diversos fatores, mas o acesso a recursos e serviços especializados é um dos mais importantes.<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inclusão de pessoas com desenvolvimento atípico na sociedade depende de diversos fatores, mas o acesso a recursos e serviços especializados é um dos mais importantes. Infelizmente, essas pessoas enfrentam barreiras significativas quando se trata de acesso a cuidados e serviços adequados. Isso pode afetar negativamente sua capacidade de aprender, trabalhar e interagir com os outros, o que pode levar a uma maior exclusão e isolamento social.</p>



<p>Os recursos e serviços disponíveis para pessoas com desenvolvimento atípico incluem terapia comportamental, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia e outros tratamentos específicos para ajudar no desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e funcionais. O acesso a esses serviços pode ajudar no desenvolvimento de habilidades importantes que lhes permitirão se envolver mais plenamente na sociedade.</p>



<p>Dentre os recursos e serviços, cabe ressaltar o treinamento dos pais e cuidadores para receberem orientações especializadas para ajudá-los a lidar com os desafios diários.</p>



<p>Por fim, é crucial lembrar que cada pessoa neurodiversa é única e tem necessidades individuais e específicas. Por isso, o acesso a recursos e serviços deve ser personalizado e adaptado às necessidades de cada pessoa.</p>
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		<title>Confira as fotos do 1º camarote exclusivo para pessoas com TDAH e espectro autismo de Goiás</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 11:10:34 +0000</pubDate>
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		<title>Sensibilização para o autismo: A importância do acesso a recursos e serviços para Autistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 21:48:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação, interação social e comportamento. Embora cada indivíduo com autismo tenha habilidades e desafios<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação, interação social e comportamento. Embora cada indivíduo com autismo tenha habilidades e desafios únicos, a maioria enfrenta dificuldades em áreas como linguagem, interação social e comportamento. No entanto, com <strong>intervenções e suportes adequados, indivíduos com autismo podem ter uma vida com qualidade em diferentes contextos.</strong></p>



<p>Para garantir que os indivíduos com autismo alcancem todo seu potencial, é fundamental que eles tenham acesso a recursos e serviços que atendam às suas necessidades específicas. Isso inclui ter acesso a serviços de saúde, educação, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, com abordagens validadas e com evidência científica robusta;</p>



<p><strong>É fundamental que os indivíduos com autismo tenham acesso a serviços de educação de qualidade. O acesso a um ambiente de aprendizagem inclusivo e adaptado pode ajudar os indivíduos com autismo a desenvolver habilidades acadêmicas e sociais importantes.</strong></p>



<p>A garantia de que indivíduos com autismo tenham acesso a recursos e serviços adequados também pode ajudar a reduzir o estigma associado ao autismo. Muitas vezes, o estigma é o resultado de uma falta de compreensão sobre as necessidades e desafios enfrentados pelos indivíduos com autismo.</p>



<p><strong>A educação e o suporte podem ajudar a criar uma sociedade mais inclusiva e respeitosa para todos.</strong></p>



<p>Infelizmente, nem todos os indivíduos com autismo têm acesso a recursos e serviços adequados. Isso pode ser devido a uma variedade de fatores, incluindo falta de acesso geográfico, falta de recursos financeiros ou falta de conhecimento sobre o autismo e suas necessidades.</p>



<p><strong>É importante que a sociedade como um todo se esforce para garantir que os indivíduos com autismo tenham acesso aos recursos e serviços que necessitam. </strong>Isso pode incluir políticas públicas que garantam o acesso a serviços de saúde e educação, programas de conscientização pública para reduzir o estigma associado ao autismo e iniciativas para promover a inclusão em todas as áreas da sociedade.</p>
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		<title>Como posso lidar com os comportamentos desafiantes de meu filho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 11:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Lidar com comportamentos desafiadores de crianças e adolescentes pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que podem ajudar. Entenda o comportamento:Antes de tentar lidar com<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Lidar com comportamentos desafiadores de crianças e adolescentes pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que podem ajudar.</p>



<p><strong>Entenda o comportamento:</strong><br>Antes de tentar lidar com um comportamento desafiador, é importante entender por que ele está ocorrendo.<br>Muitos comportamentos desafiadores podem ser causados por dificuldades em usar comunicação adequada/ funcional para o que se quer. Pode variar em querer algo que não consegue pedir ou mesmo não querer algo que está incomodando, por exemplo: lidar com estímulos sensoriais.<br>Tente observar o comportamento e veja se você pode identificar o que o está causando e o que o mantém.</p>



<p><strong>Mantenha a calma:</strong><br>É importante manter a calma ao lidar com comportamentos desafiadores.<br>Se você se sentir irritado ou frustrado, isso pode piorar a situação.<br>Tente manter uma voz calma e suave e evite reagir emocionalmente, observe o contexto e veja se suas instruções são possíveis de serem seguidas, dê a ajuda necessária para serem seguidas e seja <strong>CONSISTENTE</strong>.</p>



<p><strong>Crie rotinas:</strong><br>Para muitas pessoas, a previsibilidade e a rotina são importantes para se sentirem seguras e confortáveis.<br>Tente criar uma rotina diária clara para ajudar a reduzir a ansiedade e a incerteza.</p>



<p>Assim, ficará mais fácil para identificar onde acontece os comportamentos desafiadores e seus possíveis motivos. Com esses dados, poderemos ensinar comportamentos adequados para diferentes contextos, dar previsibilidade e ajuda necessária para cada situação, diminuindo a possibilidades dos comportamentos acontecerem novamente.</p>



<p><strong>Se necessário, forneça suporte sensorial:</strong><br>Se um comportamento desafiador estiver relacionado a estímulos sensoriais, como ruídos altos ou luzes brilhantes, tente fornecer suporte sensorial.<br>Isso pode incluir fones de ouvido com cancelamento de ruído, óculos de sol ou um ambiente mais silencioso.</p>



<p><strong>Use reforço positivo, para ensinar comportamentos novos:</strong><br>Reforço positivo é uma técnica em que você recompensa um comportamento positivo.<br>Por exemplo, se uma criança estiver tendo dificuldade em seguir uma instrução, você pode recompensá-la com elogios ou um pequeno prêmio quando ela seguir a instrução corretamente.</p>



<p><strong>Peça ajuda:</strong><br>Lembre-se de que você não precisa lidar com comportamentos desafiadores sozinho.<br>Procure apoio de profissionais de saúde, terapeutas ou grupos de apoio para famílias.</p>



<p><strong>Cada pessoa é única, então é importante experimentar diferentes estratégias e encontrar o que funciona melhor para a pessoa em questão.</strong></p>
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