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	<title>TDAH &#8211; CIEC Comportamental</title>
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	<description>Análise do Comportamento Aplicada</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Sep 2023 13:07:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>TDAH e Mídias Sociais: Muitos Motivos de Preocupação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 12:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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<p>Plataformas de mídias sociais são atualmente uma forma comum de compartilhamento de informações médicas. O TikTok, em particular, é o aplicativo mais baixado desde 2020, em particular entre adolescentes e adultos jovens; #adhd é nada menos que o sétimo hashtag de saúde mais procurado nesta plataforma.</p>



<p></p>



<p>Embora estes conteúdos possam combater estigma e aumentar a conscientização sobre problemas de saúde física e mental, existe a preocupação de que possam fornecer informações incorretas e, em particular, o que se convencionou chamar de “cibercondria”, a hipocondria de transtornos que os usuários passam a conhecer nas mídias sociais.</p>



<p></p>



<p>No caso específico do TDAH a situação é mais grave. Como não é um diagnóstico do tipo “tudo ou nada” (como hepatite, HIV, câncer, etc – ou seja, você tem ou não tem) mas sim algo que todos nós temos em algum grau (como no caso do diabetes, hipertensão arterial ou glaucoma, onde o diagnóstico só é dado quando se tem “demais”), qualquer pessoa que veja um vídeo sobre TDAH vai “se reconhecer” invariavelmente, em algum grau.</p>



<p></p>



<p>TDAH e diabetes são os&nbsp;<em>extremos</em>&nbsp;de coisas que todos têm.</p>



<p></p>



<p>Por que a preocupação?</p>



<p></p>



<p>Existe um enorme volume de informações nas mídias sociais que não são moderadas por profissionais de saúde, isto é, qualquer um, independentemente de seu nível de conhecimento técnico-científico, pode publicar algo sobre qualquer doença.</p>



<p></p>



<p><strong><em>É o oposto do que se faz no meio científico.</em></strong></p>



<p></p>



<p>Para publicar qualquer artigo, o manuscrito original é submetido a avaliações de revisores anônimos (não pagos), reconhecidamente especializados no assunto e que nunca trabalham ou trabalharam junto com os autores. E se houver qualquer possibilidade de conflito de interesses (principalmente os econômicos), o “sarrafo é muito mais em cima”.</p>



<p></p>



<p>No caso do Tik Tok e do Instagram, muitos canais têm o principal objetivo de monetização, ou seja, ganhar dinheiro. Para lembrar de um problema recente durante a trágica pandemia do COVID: 12 dos principais influenciadores antivacina dos Estados Unidos representavam uma “indústria” com receitas anuais de ao menos 36 milhões de dólares. Isso porque esses perfis impactam milhões de seguidores que clicam em links com anúncios, compram cursos com premissas duvidosas e alimentam um mercado que rende até 1,1 bilhão para as redes sociais que abrigam os conteúdos.</p>



<p></p>



<p>Um artigo publicado este ano no Jornal Canadense de Psiquiatria, uma revista científica especializada, avaliou os 100 vídeos mais populares do Tik Tok sobre TDAH. Os vídeos falavam sobre o diagnóstico, sobre a experiência pessoal de quem tinha TDAH ou foi diagnosticado e ainda sobre como lidar com o transtorno.</p>



<p></p>



<p>Os vídeos foram analisados e classificados em 3 grupos: (1) vídeos úteis (2) vídeos com experiência pessoais e (3) vídeos com conteúdo incorreto. Neste último caso, os vídeos continham informações que não tinham fundamentação científica ou então continham generalizações também sem fundamento (mesmo que fossem sobre experiências pessoais).</p>



<p></p>



<p>O resultado?</p>



<p></p>



<p><strong><em>Dos 100 vídeos, 52% foram classificados como tendo conteúdo incorreto</em>.</strong></p>



<p></p>



<p>A grande maioria foi considerada como tendo uma linguagem clara e de fácil compreensão,&nbsp;<strong>mesmo quando não apresentam conteúdo correto.</strong></p>



<p></p>



<p>Estes resultados são coerentes com outras análises publicadas em artigos científicos, sobre diversos outros problemas, simples e graves, desde acne até diabetes e litíase biliar (pedra na vesícula).</p>



<p></p>



<p>Como os algoritmos tendem a mostrar outros vídeos similares, ocorre um potencial de aumentar as informações incorretas. Além disso, o fenômeno da “romantização” do TDAH e a tendência de usar o diagnóstico “para justificar uma série de comportamentos” que na verdade têm outra origem contribuem para deixar os especialistas preocupados com a situação atual.</p>



<p></p>



<p>O filósofo Thomas Kuhn advertia: “A exposição a gansos e cisnes tem um papel essencial no aprendizado do reconhecimento de patos”.&nbsp;<strong><em>Desatenção, inquietude, procrastinação, deixar tudo para a última hora, dificuldade para se organizar, etc podem ser devidas a uma série de problemas e também podem ser observadas em indivíduos normais.</em></strong></p>



<p></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Nem tudo que parece com TDAH é TDAH.</strong></p>
</blockquote>



<p></p>



<p>Antes de se “autodiagnosticar” ou, pior ainda, entrar num “curso sobre TDAH”, que tal abordar este&nbsp;<em>novíssimo</em>&nbsp;problema com uma&nbsp;<em>velhíssima</em>&nbsp;recomendação?</p>



<p></p>



<p><strong>Consulte um especialista!</strong></p>



<p>.</p>



<p>CRÉDITOS:</p>



<p>Fonte: <a href="https://tdah.org.br/tdah-e-midias-sociais-muitos-motivos-para-preocupacao/">https://tdah.org.br/</a></p>



<p>Autor: Paulo Mattos</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fundador da Associação Brasileira do Déficit de Atenção,&nbsp; MD, PhD,&nbsp; ex-professor e coordenador de Psiquiatria e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde recebeu o prêmio de Excelência em Educação Médica e foi professor homenageado várias vezes ao longo de sua carreira acadêmica.</li>



<li>Atualmente é professor do Programa de Doutorado do Instituto D’Or de Pesquisa e Educação (IDOR), onde também participa de diferentes áreas de pesquisa (TDAH, Envelhecimento e Demência, Neuropsicologia).</li>



<li>Participou de diversos comitês nacionais e internacionais e ministrou palestras em diversos congressos. Recebeu bolsas do NIMH (Instituto Nacional de Saúde Mental, EUA), da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O Dr. Paulo Mattos publicou mais de 150 artigos científicos e orientou mais de 40 alunos de mestrado e doutorado.</li>
</ul>
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		<title>Caro Professor: Vamos Trabalhar Juntos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 11:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[O tempo de volta às aulas significa que é hora de escrever uma carta para a professora do seu filho e descrever as acomodações para TDAH<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tempo de volta às aulas significa que é hora de escrever uma carta para a professora do seu filho e descrever as acomodações para TDAH que a ajudaram a encontrar melhor sucesso na sala de aula.</p>



<p>Escreva uma carta para o professor da escola do seu filho para começar bem o ano acadêmico. Você vai querer discutir os sintomas do seu filho de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), dislexia ou outras dificuldades de aprendizagem, sua medicação para TDAH, se ele tomar uma, bem como as acomodações para TDAH que o ajudaram a ter sucesso na escola.Aqui está a carta de um dos pais, que pode lhe dar algumas ideias para criar a sua própria.</p>



<p>Para Os Professores De Zachary:</p>



<p>Zachary Klein estará na sua aula este ano. Ao longo dos anos, achamos útil dar aos professores alguns antecedentes sobre ele, além do PEI em seu arquivo. Isso geralmente garante um início bem-sucedido do ano letivo.</p>



<p>Zach tem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Ele está tomando medicação, mas isso não muda quem ele é, e é mais eficaz em ajudá-lo a se concentrar do que em controlar seu comportamento. Zach tem um ótimo senso de humor, e aproveitar isso no início do ano geralmente funciona bem. Zach leva as críticas para o lado pessoal e odeia ser gritado. Ele nem sempre vai deixar você saber, mas ele se preocupa e é muito sensível. Ele pode agir de forma legal e durão, mas, se teve um dia ruim, ele desmorona quando chega em casa.</p>



<p>Zach está animado com o ano novo. Ele quer se estabelecer e “ser maduro e responsável”. Ele diz isso no início de cada ano, mas nem sempre consegue ter sucesso. O último ano letivo foi difícil, e a autoestima de Zach está muito cansada.</p>



<p>Anexamos uma lista de coisas que funcionaram em algumas situações.</p>



<p>Congratulamo-nos com qualquer ideia que você tenha para manter Zach envolvido na escola, enquanto aumenta sua auto-estima e o ajuda a ter sucesso. Entre em contato conosco a qualquer momento por telefone ou e-mail. Temos horários flexíveis e podemos nos encontrar sempre que for conveniente para você. Estamos ansiosos para trabalhar com você no próximo ano.</p>



<p>Atenciosamente,<br>Pais de Zach</p>



<ol class="wp-block-list" type="1">
<li><strong>ELOGIOS: </strong> Zach responde aos elogios. Quando ele recebe reforço positivo, sua ansiedade diminui e ele pode ficar melhor na tarefa. É melhor, quando possível, falar com Zach sobre mau comportamento em particular.</li>



<li><strong>Valeu pausa: </strong>No passado, os professores deram a Zach um “vale pausa”, para que ele possa sair da sala quando precisar de uma pausa. Ele não o usa com frequência, mas saber que pode ajudá-lo a controlar a ansiedade. Ele pode se levantar de vez em quando para pegar um lenço de papel ou afiar um lápis, e isso o ajuda a se acalmar pelo resto da aula. Ele fica ansioso, quase ao ponto de claustrofobia, quando está no mesmo ambiente por muito tempo.</li>



<li><strong>Espaço silencioso.</strong>&nbsp;Zach tem dificuldade em se concentrar por longos períodos de tempo ao fazer o teste e ao ler. Durante esses longos períodos, você pode movê-lo para um espaço mais silencioso e privado, como o escritório de um professor ou o corredor.</li>



<li><strong>Problemas matemáticos ampliados.</strong>&nbsp;Zach tem problemas para fazer testes de matemática. Ele se sai melhor quando os testes são ampliados, de modo que um ou dois problemas estão em cada página. Às vezes, ele dobra seu trabalho de matemática em quartos, com apenas um problema em cada trimestre, para se ajudar a se concentrar.</li>



<li><strong>Leitura limitada em sala de aula.</strong>&nbsp;É quase impossível para Zach ler em sala de aula por um longo período de tempo. É melhor enviar tarefas de leitura para casa, onde a leitura pode ser feita em silêncio.</li>



<li><strong>Agendamento para aulas difíceis.</strong>&nbsp;Se possível, as aulas mais difíceis de Zach devem ser agendadas no horário da manhã. A concentração se torna mais difícil para ele à medida que o dia avança. Os professores em suas aulas posteriores devem estar cientes disso.</li>



<li><strong>Leniência por atrasos.</strong>&nbsp;A menos que ele tenha muitos lembretes, a desorganização de Zach inibe sua capacidade de entregar o trabalho a tempo. Enquanto nos esforçamos para cumprir os prazos, gostaríamos de clemência para atribuições atrasadas.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>A importância das HABILIDADES SOCIAIS para pessoas com diagnóstico de autismo e TDAH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 13:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O desenvolvimento das habilidades sociais é uma jornada transformadora para pessoas diagnosticadas com autismo e TDAH. Através de um processo dedicado e acolhedor, elas encontram a<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O desenvolvimento das habilidades sociais é uma jornada transformadora para pessoas diagnosticadas com autismo e TDAH. Através de um processo dedicado e acolhedor, elas encontram a chave para desbloquear relações significativas e uma participação plena na sociedade.</p>



<p>Aprender a interpretar expressões faciais, compreender as emoções dos outros e comunicar-se de forma clara é um caminho desafiador, mas repleto de oportunidades. A educação inclusiva, a participação da família e o apoio adequado desempenham um papel vital nesse processo, fornecendo as ferramentas necessárias para que possam interagir de maneira autêntica.</p>



<p>A valorização das diferenças é essencial. Ao promover a empatia e a compreensão, podemos construir um ambiente que acolhe e celebra a diversidade. Cada conquista no desenvolvimento das habilidades sociais é um passo em direção a uma sociedade mais inclusiva e compassiva.</p>



<p>É importante lembrar que cada pessoa no espectro do autismo e TDAH são únicas, com suas próprias necessidades e ritmos de progresso. O respeito pela individualidade e a criação de espaços seguros são fundamentais para que cada um se sinta confortável em expressar sua verdadeira essência.</p>



<p>O programa PEERS é um programa baseado em evidências que foi desenvolvido para ajudar adolescentes que apresentam déficits ou desafios sociais a desenvolver habilidades sociais, competências sociais através de atividades em grupos com os pares.</p>



<p>O programa PEERS ensina aos adolescentes habilidades sociais específicas, como iniciar e manter conversas, fazer e manter amizades, lidar com conflitos e rejeição, além de outras habilidades importantes para interações sociais saudáveis.</p>



<p>O programa é conduzido em grupo, que são ministradas tanto aos adolescentes quanto aos seus pais. Durante as sessões, os adolescentes aprendem repertórios sociais por meio de dramatização, role play, jogos de simulação, atividades de casa e feedback direto, sempre muito motivados para estarem em grupo.</p>



<p>Os pais também são orientados no programa PEERS para que possam ajudar seus filhos a praticar as habilidades sociais em casa e em outros ambientes sociais. Além disso, os pais aprendem a fornecer feedback construtivo aos seus filhos e a identificar oportunidades para praticar habilidades sociais em situações do dia a dia.</p>



<p>Estudos têm mostrado que o programa PEERS é eficaz em melhorar as habilidades sociais e de interação social de adolescentes o que pode levar a melhorias na qualidade de vida e no bem-estar emocional.</p>



<p>Se você tem dúvidas em relação ao PEERS, deixe nos comentários🥰!</p>
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		<item>
		<title>A importância do acesso a recursos e serviços por pessoas com desenvolvimento atípico.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 23:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[A inclusão de pessoas com desenvolvimento atípico na sociedade depende de diversos fatores, mas o acesso a recursos e serviços especializados é um dos mais importantes.<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inclusão de pessoas com desenvolvimento atípico na sociedade depende de diversos fatores, mas o acesso a recursos e serviços especializados é um dos mais importantes. Infelizmente, essas pessoas enfrentam barreiras significativas quando se trata de acesso a cuidados e serviços adequados. Isso pode afetar negativamente sua capacidade de aprender, trabalhar e interagir com os outros, o que pode levar a uma maior exclusão e isolamento social.</p>



<p>Os recursos e serviços disponíveis para pessoas com desenvolvimento atípico incluem terapia comportamental, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia e outros tratamentos específicos para ajudar no desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e funcionais. O acesso a esses serviços pode ajudar no desenvolvimento de habilidades importantes que lhes permitirão se envolver mais plenamente na sociedade.</p>



<p>Dentre os recursos e serviços, cabe ressaltar o treinamento dos pais e cuidadores para receberem orientações especializadas para ajudá-los a lidar com os desafios diários.</p>



<p>Por fim, é crucial lembrar que cada pessoa neurodiversa é única e tem necessidades individuais e específicas. Por isso, o acesso a recursos e serviços deve ser personalizado e adaptado às necessidades de cada pessoa.</p>
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		<title>Sensibilização para o autismo: A importância do acesso a recursos e serviços para Autistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 21:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação, interação social e comportamento. Embora cada indivíduo com autismo tenha habilidades e desafios<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação, interação social e comportamento. Embora cada indivíduo com autismo tenha habilidades e desafios únicos, a maioria enfrenta dificuldades em áreas como linguagem, interação social e comportamento. No entanto, com <strong>intervenções e suportes adequados, indivíduos com autismo podem ter uma vida com qualidade em diferentes contextos.</strong></p>



<p>Para garantir que os indivíduos com autismo alcancem todo seu potencial, é fundamental que eles tenham acesso a recursos e serviços que atendam às suas necessidades específicas. Isso inclui ter acesso a serviços de saúde, educação, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, com abordagens validadas e com evidência científica robusta;</p>



<p><strong>É fundamental que os indivíduos com autismo tenham acesso a serviços de educação de qualidade. O acesso a um ambiente de aprendizagem inclusivo e adaptado pode ajudar os indivíduos com autismo a desenvolver habilidades acadêmicas e sociais importantes.</strong></p>



<p>A garantia de que indivíduos com autismo tenham acesso a recursos e serviços adequados também pode ajudar a reduzir o estigma associado ao autismo. Muitas vezes, o estigma é o resultado de uma falta de compreensão sobre as necessidades e desafios enfrentados pelos indivíduos com autismo.</p>



<p><strong>A educação e o suporte podem ajudar a criar uma sociedade mais inclusiva e respeitosa para todos.</strong></p>



<p>Infelizmente, nem todos os indivíduos com autismo têm acesso a recursos e serviços adequados. Isso pode ser devido a uma variedade de fatores, incluindo falta de acesso geográfico, falta de recursos financeiros ou falta de conhecimento sobre o autismo e suas necessidades.</p>



<p><strong>É importante que a sociedade como um todo se esforce para garantir que os indivíduos com autismo tenham acesso aos recursos e serviços que necessitam. </strong>Isso pode incluir políticas públicas que garantam o acesso a serviços de saúde e educação, programas de conscientização pública para reduzir o estigma associado ao autismo e iniciativas para promover a inclusão em todas as áreas da sociedade.</p>
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		<title>Como posso lidar com os comportamentos desafiantes de meu filho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 11:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Lidar com comportamentos desafiadores de crianças e adolescentes pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que podem ajudar. Entenda o comportamento:Antes de tentar lidar com<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lidar com comportamentos desafiadores de crianças e adolescentes pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que podem ajudar.</p>



<p><strong>Entenda o comportamento:</strong><br>Antes de tentar lidar com um comportamento desafiador, é importante entender por que ele está ocorrendo.<br>Muitos comportamentos desafiadores podem ser causados por dificuldades em usar comunicação adequada/ funcional para o que se quer. Pode variar em querer algo que não consegue pedir ou mesmo não querer algo que está incomodando, por exemplo: lidar com estímulos sensoriais.<br>Tente observar o comportamento e veja se você pode identificar o que o está causando e o que o mantém.</p>



<p><strong>Mantenha a calma:</strong><br>É importante manter a calma ao lidar com comportamentos desafiadores.<br>Se você se sentir irritado ou frustrado, isso pode piorar a situação.<br>Tente manter uma voz calma e suave e evite reagir emocionalmente, observe o contexto e veja se suas instruções são possíveis de serem seguidas, dê a ajuda necessária para serem seguidas e seja <strong>CONSISTENTE</strong>.</p>



<p><strong>Crie rotinas:</strong><br>Para muitas pessoas, a previsibilidade e a rotina são importantes para se sentirem seguras e confortáveis.<br>Tente criar uma rotina diária clara para ajudar a reduzir a ansiedade e a incerteza.</p>



<p>Assim, ficará mais fácil para identificar onde acontece os comportamentos desafiadores e seus possíveis motivos. Com esses dados, poderemos ensinar comportamentos adequados para diferentes contextos, dar previsibilidade e ajuda necessária para cada situação, diminuindo a possibilidades dos comportamentos acontecerem novamente.</p>



<p><strong>Se necessário, forneça suporte sensorial:</strong><br>Se um comportamento desafiador estiver relacionado a estímulos sensoriais, como ruídos altos ou luzes brilhantes, tente fornecer suporte sensorial.<br>Isso pode incluir fones de ouvido com cancelamento de ruído, óculos de sol ou um ambiente mais silencioso.</p>



<p><strong>Use reforço positivo, para ensinar comportamentos novos:</strong><br>Reforço positivo é uma técnica em que você recompensa um comportamento positivo.<br>Por exemplo, se uma criança estiver tendo dificuldade em seguir uma instrução, você pode recompensá-la com elogios ou um pequeno prêmio quando ela seguir a instrução corretamente.</p>



<p><strong>Peça ajuda:</strong><br>Lembre-se de que você não precisa lidar com comportamentos desafiadores sozinho.<br>Procure apoio de profissionais de saúde, terapeutas ou grupos de apoio para famílias.</p>



<p><strong>Cada pessoa é única, então é importante experimentar diferentes estratégias e encontrar o que funciona melhor para a pessoa em questão.</strong></p>
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		<title>Como posso equilibrar as necessidades de meu filho com deficiência com as necessidades dos outros filhos em minha família?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 12:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje vamos dar algumas dicas para mais esta situação rotineira no dia a dia de famílias nesta situação. Crie um plano de cuidados: trabalhe com uma<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje vamos dar algumas dicas para mais esta situação rotineira no dia a dia de famílias nesta situação.</p>



<p>Crie um plano de cuidados: trabalhe com uma equipe de saúde e outros profissionais para criar um plano de cuidados que atenda às necessidades de seu filho com deficiência. Certifique-se de incluir suas necessidades específicas, bem como quaisquer necessidades de seus outros filhos.</p>



<p>Comunique-se regularmente com seus outros filhos e explique a eles sobre o autismo e como isso afeta o irmão. Isso pode ajudar a evitar mal-entendidos e construir a compreensão deles.</p>



<p>Estabeleça limites e regras claras para todos os seus filhos, incluindo seu filho com autismo. Isso ajudará a criar uma estrutura consistente em casa e ajudará a evitar conflitos.</p>



<p>Priorize o tempo de qualidade e certifique-se de que cada um de seus filhos tenha tempo de qualidade com você individualmente, além de tempo de qualidade como família.</p>



<p>Busque suporte e não hesite em procurar ajuda de amigos, familiares e profissionais, se você sentir que precisa de suporte adicional.</p>



<p><strong>&#8220;Conte com sua família e amigos e não exite em buscar por ajuda profissional&#8221;</strong></p>
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		<title>TDAH e o uso de Smartphones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 19:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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<p>Hoje em dia se tornou praticamente inimaginável a possibilidade de viver sem um celular. Diversas atividades da nossa vida diária, inclusive relacionadas ao trabalho e finanças, foram transferidas para o smartphone.</p>



<p>Contudo, a praticidade no nosso dia a dia trouxe um ônus: a piora da nossa capacidade de concentração.</p>



<p>Um estudo da Universidade do Texas encontrou que nossa capacidade cognitiva, incluindo atenção e foco, é significativamente reduzida quando temos um smartphone por perto – mesmo que ele esteja desligado.</p>



<p>Outro estudo, que avaliou 2600 adolescentes, encontrou que usuários pesados de aparelhos eletrônicos tem 2 vezes mais chance de demonstrar sintomas de TDAH do que aqueles com uso infrequente. Isso pode impor um desafio na hora de diagnosticar quem de fato tem TDAH e quem tem déficit de atenção causado pelas telas.</p>



<p>Pesquisadores vêm tentando desvendar se o uso de smartphones e outras telas afeta a frequência do diagnóstico de TDAH. De acordo com a Dra. Candida Fink, psiquiatra de crianças e adolescentes, essa relação ainda permanece incerta. “Não necessariamente seja tudo má noticia, uma vez que smartphones também podem auxiliar na produtividade e no aprendizado”. Segundo ela, é importante diferenciar um uso que esteja causando prejuízos ao indivíduo daquele que não está.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A DISTRAÇÃO PODE SER CONFUNDIDA COM TDAH?</strong></h3>



<p>O TDAH e a distração se relacionam com os mesmos circuitos cerebrais e várias coisas podem afetar nossa atenção. O uso de telas, eventos preocupantes/estressantes e até mesmo a qualidade do sono podem exercer alguma influência. Portanto, o diagnóstico de TDAH exige uma avaliação cuidadosa. Você precisa de uma análise histórica do padrão de comportamento. Além disso, é necessário primeiro remover as distrações para que então uma avaliação da capacidade de atenção do paciente possa ser feita. No TDAH os sintomas não simplesmente aparecem e depois desaparecem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>COMO DIMINUIR O USO DE TELAS E AS DISTRAÇÕES</strong></h3>



<p>Primeiro você deve entender a sua rotina e seu ambiente para que possa limitar o uso do celular. Os aplicativos e redes sociais são desenhados para prender nossa atenção, então você tem que assumir a responsabilidade de estabelecer limites. Dra Fink sugere algumas dicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não leve seu celular para cama. O uso antes de dormir interfere com seu sono. Compre um relógio de alarme para que você não tenha a desculpa de usar seu celular para colocar alarmes.</li>



<li>Suplemente o tempo de tela com atividade física. Saia para a rua e vá se exercitar. Leve o cachorro para passear, faça alongamentos ou dança – qualquer coisa que te faça deixar o telefone de lado e se mexer um pouco.</li>



<li>Tire pausas se você está trabalhando com telas ou jogando videogame. “ Isso é uma parte muito importante para reajustar sua atenção” diz Dra. Fink.</li>
</ul>



<p>E vale salientar que o <strong>CIEC </strong>possui uma ótima opção para lhe ajudar a afastar seus filhos do uso excessivo de aparelhos eletrônicos, o programa <strong>START </strong>que usa a gamificação, isso mesmo, jogos de mesa e também jogos eletrônicos para ensinar competências sociais para as crianças e adolescentes 👱‍♂️👩‍🦰. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀<br>⠀⠀⠀⠀⠀⠀<br>Com base teórica na Análise do Comportamento Aplicada, utilizamos princípios e leis comportamentais, mescladas ao uso de mecânicas e dinâmicas de jogos em grupo e individual para auxiliar e favorecer a aquisição de habilidades sociais específicas e gerais 😎.⠀⠀⠀⠀⠀⠀<br>⠀⠀⠀⠀⠀⠀<br>Isso resulta em várias vantagens para seu filho:⠀⠀⠀<br>&#8211; Desenvolvimento do repertório de identificação⠀⠀⠀<br>&#8211; Redução de ansiedade em situações específicas⠀⠀⠀<br>&#8211; Aquisição do repertório de resolução de problemas⠀⠀⠀<br>&#8211; Redução de comportamentos disruptivos em contextos variados⠀⠀⠀<br>&#8211; Generalização das habilidades adquiridas para ambiente natural ⠀⠀⠀⠀⠀⠀<br>⠀⠀⠀⠀⠀⠀<br>Entre em contato e obtenha mais informações sobre esta novidade que o CIEC está oferecendo e reserve já a vaga para seu filho(a)!⠀⠀⠀⠀⠀</p>



<p>Artigo adaptado e traduzido de: <a href="https://medshadow.org/phone-addiction-adhd/">https://medshadow.org/phone-addiction-adhd/</a></p>
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		<title>Estratégias para desenvolver autocontrole em crianças</title>
		<link>https://cieccomportamental.com.br/estrategias-para-desenvolver-autocontrole-em-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 19:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[1) Inserção de uma rotina visual de comportamentos desejáveis Garantir que a criança compreenda e tenha um suporte VISUAL das atividades que precisam ser realizadas no<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">1) Inserção de uma rotina visual de comportamentos desejáveis</mark></strong></p>



<p>Garantir que a criança compreenda e tenha um suporte VISUAL das atividades que precisam ser realizadas no dia-a-dia e discrimine quais consequências reforçadoras ela terá quando cumprir cada tarefa. Desta forma, você dará previsibilidade para a criança. O reforçamento deve estar contingente às respostas desejáveis.</p>



<p>Obs: Aqui no site do CIEC temos modelos de rotinas visuais para você se inspirar e utilizar com os pequenos.</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">2) Modelação</mark></strong></p>



<p>&nbsp;A modelação consiste em dar modelos de respostas de autocontrole para que a criança possa imitar. Você deve dar o modelo e criar uma situação para que ela possa repetir esse comportamento, dando ajuda quando necessário, evitando erros.</p>



<p>Ex: A criança não consegue esperar a sua vez para servir o jantar e entra em uma série de comportamentos-problema impulsivos para ter acesso imediato à comida. Dê o modelo de como ela deve agir esperando a sua vez e peça para ela imitar. Dê ajuda e diminua esse suporte com o passar dos dias até que a criança realize a imitação de forma independente. Você deve consequenciar esse comportamento com aprovações sociais e/ou itens que a criança gosta da forma mais imediata possível. Lembrem-se papais, mamães e terapeutas: Nossos comportamentos refletem muito em como a criança vai se comportar. Estejam atentos a suas próprias respostas de autocontrole no dia a dia com os baixinhos.</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color">3) Ensine brincando!</mark></strong></p>



<p>Existem várias formas de ensinar a criança a ter um controle inibitório e melhorar suas resoluções de problemas. Com jogos e brincadeiras, além de você ensinar a criança a esperar de forma desejável para ter acesso aos estímulos reforçadores com um atraso, você estimula interações sociais e fortalece o vínculo com os pequenos de forma divertida disponibilizando uma atenção de qualidade para eles.</p>



<p>1) Brincadeiras como &#8220;estátua&#8221; e &#8220;morto vivo&#8221; auxiliam crianças a desenvolver um autocontrole motor, que é pré-requisito para respostas de autocontrole mais complexas.</p>



<p>2) Combine com o pequeno de levá-lo para comprar um brinquedo em um dia da semana e de poder jogar com ele apenas depois de alguns dias.</p>



<p>3) Realize brincadeiras que exigem uma passagem de tempo para serem completadas. À exemplo de um quebra-cabeças, montando apenas algumas peças por dia.</p>



<p>4) Jogos de tabuleiro em que a criança precisa realizar uma série de ações até chegar ao fim do jogo.</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p></p>



<p><strong>Referência:</strong></p>



<p>Drabman, R. S., Spitalnik, R., &amp; O’Leary, K. D. (1973).</p>



<p>Teaching self-control to disruptive children. Journal of Abnormal Psychology, 82(1), 10–16. doi:10.1037/h0034981</p>



<p>&nbsp;Ms. Isabella Tereza Rodrigues Pires</p>



<p>Psicóloga especialista em Clínica Analítico-Comportamental e Mestre em ABA &nbsp;CRP: 09/013012</p>
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