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	<title>Programa START &#8211; CIEC Comportamental</title>
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	<description>Análise do Comportamento Aplicada</description>
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		<title>A importância do incentivo à educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 13:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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<p>A inclusão educacional é um direito fundamental de TODOS, independentemente de suas habilidades ou diferenças. E para as pessoas com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimento esse direito significa uma mudança significativa em suas vidas, proporcionando oportunidades de aprendizado e crescimento pessoal. É fundamental incentivar e promover a educação inclusiva, garantindo que essas pessoas tenham acesso à educação partindo de uma visão de equidade para desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>



<p>A educação inclusiva significa muito mais do que simplesmente permitir o acesso a escola. É uma abordagem holística que se concentra em adaptar o ambiente e as práticas de ensino para atender às necessidades individuais de cada pessoa. Isso pode incluir a utilização de recursos visuais, como cronogramas visuais e comunicação alternativa e aumentativa, além de procedimentos específicos de ensino que levem em conta a forma como as pessoas com TEA aprendem e processam informações.</p>



<p>Além disso, a educação inclusiva pode ajudar a combater o estigma em torno da pessoa com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimneto, promovendo uma cultura de aceitação, diversidade e combater o capacitismo. Quando TODOS estão incluídos na educação, a oportunidade de interação e aprendizagem beneficiam TODOS, ensinando habilidades de empatia, compreensão e respeito as diferenças.</p>



<p>No entanto, a educação inclusiva não pode ser alcançada sozinha. É fundamental que educadores, pais e cuidadores trabalhem juntos para garantir um ensino de qualidade. Isso pode incluir o desenvolvimento de planos individuais de educação (PEI), a colaboração entre os profissionais de saúde e educação, e a promoção de uma cultura de inclusão nas escolas e na sociedade em geral.</p>



<p>Em resumo, a educação inclusiva é crucial para garantir que TODOS, tenham acesso à educação e possam desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>
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		<title>Como é medida a eficáciado programa PEERS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 21:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Peers]]></category>
		<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa PEERS (Program for the Education and Enrichment of Relational Skills) é um programa de intervenção social desenvolvido para ajudar adolescentes e adultos jovens com<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Programa PEERS (Program for the Education and Enrichment of Relational Skills) é um programa de intervenção social desenvolvido para ajudar adolescentes e adultos jovens com desafios sociais a melhorar suas habilidades sociais e relacionais.</p>



<p>A eficácia do programa PEERS pode ser medida por meio de diferentes métodos de avaliação e pesquisa.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Avaliação de resultados: Os pesquisadores e profissionais que implementam o programa PEERS podem avaliar sua eficácia por meio da avaliação direta dos resultados obtidos pelos participantes. Isso pode incluir a avaliação de mudanças nas habilidades sociais e relacionais dos participantes, como habilidades de conversação, habilidades de amizade, habilidades de resolução de problemas e habilidades de interação social. Essas avaliações podem ser feitas por meio de observação direta, entrevistas estruturadas, questionários ou escalas de avaliação validadas.</li>



<li>Avaliação do feedback dos participantes e pais: Outro método de avaliação da eficácia do programa PEERS é a obtenção de feedback dos participantes e de seus pais ou cuidadores. Isso pode ser feito por meio de questionários, entrevistas ou discussões em grupo para entender as percepções dos participantes e de seus familiares sobre as mudanças nas habilidades sociais e relacionais, bem como nos comportamentos e na qualidade de vida dos participantes após a participação no programa.</li>



<li>Comparação com grupo de controle: Um método comum de avaliação de programas de intervenção é a comparação dos resultados obtidos pelos participantes com um grupo de controle. O grupo de controle é um grupo similar aos participantes do programa PEERS, mas que não recebeu a intervenção. Comparar os resultados dos participantes do programa PEERS com os do grupo de controle pode ajudar a identificar as mudanças específicas associadas à participação no programa.</li>



<li>Avaliação de longo prazo: A eficácia do programa PEERS também pode ser avaliada em termos de resultados de longo prazo. Isso pode incluir o acompanhamento dos participantes após a conclusão do programa para avaliar se as habilidades sociais e relacionais adquiridas durante o programa continuam a ser utilizadas e mantidas em suas vidas diárias.</li>
</ol>



<p>É importante ressaltar que a avaliação da eficácia do programa PEERS deve ser baseada em métodos cientificamente validados e que a pesquisa nesse campo está em constante evolução.</p>



<p>O CIEC possui uma equipe multidisciplinar de profissionais e parte da equipe que auxilia na avaliação do programa.</p>



<p></p>
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		<title>Agora o programa START do CIEC conta com o currículo PEERS®!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 12:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Programa START]]></category>
		<category><![CDATA[peers]]></category>
		<category><![CDATA[programa start]]></category>
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					<description><![CDATA[Sobre o PEERS®: Baseado em um programa desenvolvido como uma intervenção auxiliada por pais em adolescentes com dificuldades em fazer e manter amizades. O curriculo foi<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sobre o PEERS®: Baseado em um programa desenvolvido como uma intervenção auxiliada por pais em adolescentes com dificuldades em fazer e manter amizades.</p>



<p>O curriculo foi testado extensivamente com jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA). além de jovens diagnosticados com Deficiências Intelectuais (DI), Transtorno do Espectro Alcoólico Fetal (TEAF). Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), depressão ou ansiedade.</p>



<p>O curriculo foi projetado para ser utilizado em sua totalidade, seguindo a ordem concebida das lições, uma vez que as habilidades inicialmente trabalhadas são prerrequisitos para as próximas a serem desenvolvidas.</p>



<p>A orientação do manual é composto por lições didáticas baseadas em habilidades sociais ecologicamente válidas, geralmente usadas por adolescentes socialmente bem-sucedidos.</p>



<p>As técnicas utilizadas, tais como demonstrações de encenações, exercícios de prática comportamental e tarefas para casa geraram resultados de melhora em habilidades sociais ao longo de toda a pesquisa.</p>



<p><strong>Currículo de 14 semanas</strong></p>



<p>• Sessões semanais de 90 minutos</p>



<p>• Baseado em evidências científicas</p>



<p>• Pais são treinados como coachessociais de seus filhos</p>



<p>• Indispensável a participação dos pais</p>



<p><strong>Tópicos:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Introdução e Troca de Informações</li>



<li>Conversas mútuas 3. Comunicação Eletrônica</li>



<li>Escolhendo Amigos Apropriados</li>



<li>Uso Apropriado do Humor</li>



<li>Iniciando e Participando de Conversas</li>



<li>Saindo de Conversas</li>



<li>Reuniões</li>



<li>Espírito Esportivo</li>



<li>Lidando com Provocações e Observações Constrangedoras</li>



<li>Lidando com o Bullying e Mudando Reputações</li>



<li>Lidando com Discussões 13. Minimizando Rumores e Fofocas</li>



<li>Revisão Final, Pós-Teste Avaliação e Graduação</li>
</ol>
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		<title>A gamificação no desenvolvimento de habilidades socioemocionais</title>
		<link>https://cieccomportamental.com.br/a-gamificacao-no-desenvolvimento-de-habilidades-socioemocionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 14:17:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda como a utilização de jogos é fundamental para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Conheça a proposta da gamificação na educação! Habilidades socioemocionais são determinantes na<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Entenda como a utilização de jogos é fundamental para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Conheça a proposta da gamificação na educação!</strong></p>



<p>Habilidades socioemocionais são determinantes na formação humana e precisam ser desenvolvidas desde a mais tenra idade.</p>



<p>Felizmente, o pensamento sobre gestão das emoções tem evoluído consideravelmente no sistema de ensino brasileiro, graças às orientações incluídas no BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e, principalmente, ao esforço de profissionais dedicados a estudar e compartilhar seus conhecimentos e práticas.</p>



<p>Na busca por um ensino condizente com a realidade da geração atual de crianças e adolescentes, a gamificação na educação tem se tornado cada vez mais presente nas escolas, associada sobretudo ao uso de tecnologias.</p>



<p>Visto que gostar de jogos é tão comum, usar seus elementos ― analógicos ou digitais ―&nbsp;<strong>ajuda a impulsionar o engajamento dos alunos</strong>&nbsp;em conhecimentos diversos, inclusive no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, e tem gerado resultados surpreendentes.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a gamificação pode ser incluída no plano de aula</strong></h2>



<p>Como estratégia de ensino, a gamificação pode integrar o plano de aula e servir como ponte para a abordagem de temas transversais e projetos multidisciplinares. Trata-se de uma oportunidade para experimentar regras, emoções e papéis sociais ― fatores substanciais à gestão das emoções.</p>



<p>Ao jogar, os alunos desenvolvem novas estruturas de pensamento para compreender os conteúdos, e isso pode <strong>motivá-los a participar mais profundamente</strong> e até mesmo mudar seu próprio conceito sobre o processo de ensino-aprendizagem.</p>



<p>Além disso, os projetos de gamificação contém aplicações bem diferentes, podendo estar restrito ao microambiente da sala de aula,&nbsp;<strong>envolver outras turmas</strong>&nbsp;da própria escola ou até diferentes grupos sociais, o que inclui a família e a comunidade.</p>



<p>Para se ter uma ideia do potencial da gamificação na educação, designers de jogos eletrônicos trabalham em conjunto com educadores para&nbsp;<strong>desenvolver materiais lúdicos</strong>&nbsp;que incorporem elementos dos jogos no dia a dia de crianças e jovens de diversas faixas etárias.</p>



<p>Seja por meio de soluções existentes no mercado, seja a partir da criatividade da escola e do professor, a ideia de ter a gamificação no plano de aula envolve a definição concreta de objetivos, a comunicação clara e o desenvolvimento consciente da identidade dos alunos em relação a si, aos saberes e à própria escola.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os benefícios socioemocionais que a gamificação na educação pode gerar</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Interatividade</strong></h3>



<p>A gamificação&nbsp;<strong>incentiva que os jogos envolvam mais de um participante</strong>. Escolhendo com cuidado o tema, os jogadores são motivados a encontrar soluções em conjunto, ajudando-se um ao outro, compartilhando impressões e oferecendo e recebendo sugestões.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criatividade</strong></h3>



<p>Jogos com diversos níveis oferecem diferentes graus de dificuldade. Para cada nível, é preciso exercitar a criatividade, a fim de&nbsp;<strong>encontrar soluções diferentes</strong>&nbsp;das anteriores.</p>



<p>Obter sucesso no jogo — e na vida — depende das soluções criadas individualmente e das construídas em equipe. A solução de hoje pode ser aperfeiçoada e utilizada novamente, ou, então, propõe-se uma nova, que siga um raciocínio mais completo, envolvendo novas variáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autonomia de pensamento</strong></h3>



<p>A necessidade de exercitar a criatividade leva o aluno a pensar. Investir tempo buscando novas soluções&nbsp;<strong>desenvolve a capacidade de resolver problemas</strong>, melhora a autoestima e começa a desenhar o caminho a seguir na vida.</p>



<p>Escolhemos nossos caminhos de acordo com a capacidade que entendemos ter. Se não houver o exercício da autonomia do pensamento, como a criança conhecerá sua capacidade, suas habilidades e seus limites? A superação somente acontecerá por meio do autoconhecimento, da confiança nos pontos fortes e da consciência dos desafios a enfrentar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Persistência</strong></h3>



<p>Muitos adultos têm uma excelente iniciativa e exercitam a criatividade, mas são gênios criativos que não concluem seus projetos de vida. Nesse sentido, a gamificação na educação é excelente para trabalhar a persistência para atingir objetivos.</p>



<p>Uma das ideias nos jogos é revelar os próximos níveis somente depois de vencidos os primeiros. Sabendo disso, os alunos deverão se desdobrar para concluir o atual desafio se quiserem continuar o aprendizado. Para tanto, eles podem utilizar os mais diversos mecanismos, desde que sigam as regras de conduta no jogo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Competição saudável</strong></h3>



<p>Como toda perda gera estresse e exposição das crianças,&nbsp;<strong>é preciso trabalhar as emoções ligadas ao fracasso</strong>. Caso a escola ignore esse fato, o aluno pode ter um baixo aproveitamento escolar, sofrer ou praticar&nbsp;<em>bullying</em>&nbsp;e vivenciar depressão e problemas na saúde emocional.</p>



<p>Viver em um ambiente de competição, conflito de egos e intolerância não é particularidade apenas da vida adulta — infelizmente, as crianças também estão expostas a essas situações.</p>



<p>A competição está presente em todas as fases da vida.<strong>&nbsp;Ensinar que adversário não é inimigo</strong>&nbsp;é um bom exercício que ajuda a criança a perceber a existência de conflitos em que a outra parte é um amigo, colega, professor ou familiar, e que a pessoa é mais importante que vencer. Entretanto, a questão não é vencer o conflito, mas saber administrá-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Práticas em que a escola pode investir para promover a gamificação</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Encoraje a conexão social</strong></h3>



<p>Para começar, desenvolva em seus alunos as conexões sociais. Ao<strong>&nbsp;promover interações entre pares e grupos</strong>, o nível de engajamento na gamificação tende a aumentar.</p>



<p>Por exemplo, os alunos podem formar equipes e competir entre si, ou podem&nbsp;<strong>competir, de maneira saudável</strong>, com outras classes. À medida que os alunos colaboram para resolver problemas e ganhar pontos, eles investem cada vez mais naquilo em que estão aprendendo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Use o Role Play</strong></h3>



<p>Talvez você já tenha ouvido falar dos jogos de RPG (<em>Role Playing Games</em>). Pois é exatamente esse o objetivo do Role Play na gamificação na educação: fazer com que os alunos&nbsp;<strong>assumam papéis para o desenvolvimento de uma atividade</strong>. Assim como no RPG, pode ser criada uma trama na qual cada aluno terá um personagem, um mistério e um desafio.</p>



<p>A ideia com o Role Play é que os estudantes, além de se engajarem a partir desse universo ficcional, tenham uma participação efetiva no trabalho e se coloquem como <strong>agentes no processo de construção de seus conhecimentos</strong>.</p>



<p>A propósito, você já conhece o <a rel="noreferrer noopener" href="http://start.cieccomportamental.com.br/" target="_blank">PROGRAMA START do CIEC</a> ?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A relação entre&nbsp;as habilidades socioemocionais e a gamificação na educação</strong></h2>



<p>Como você pôde ver, os jogos são uma ferramenta abrangente, que contribui não apenas para colocar o aluno no centro do processo de ensino aprendizagem, mas principalmente <strong>inspira o desenvolvimento de relações sociais</strong> saudáveis, sobretudo com relação à gestão de conflitos.</p>



<p>Com esse viés, a gamificação na educação permite desenvolver habilidades socioemocionais que capacitarão as crianças a evitar sentimentos destrutivos para si e o outro, e&nbsp;<strong>desenvolver empatia</strong>, compaixão, autoconfiança e autopercepção.</p>



<p>Tal aprendizado é fundamental para que aprendam a gerir conflitos e relacionamentos e exercitar a criatividade. Isso pode resultar em relacionamentos saudáveis, estabilidade e <strong>inteligência emocional</strong>, resiliência, mais qualidade de vida e melhor rendimento escolar.</p>



<p>Gostou deste conteúdo? Continue conosco e leia este artigo sobre a importância de desenvolver habilidades socioemocionais para atuar no mercado de trabalho!</p>



<p>Fonte/ Créditos: Escoladainteligencia.com.br</p>
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