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	<title>ABA &#8211; CIEC Comportamental</title>
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	<description>Análise do Comportamento Aplicada</description>
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		<title>Caro Professor: Vamos Trabalhar Juntos?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 11:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[O tempo de volta às aulas significa que é hora de escrever uma carta para a professora do seu filho e descrever as acomodações para TDAH<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O tempo de volta às aulas significa que é hora de escrever uma carta para a professora do seu filho e descrever as acomodações para TDAH que a ajudaram a encontrar melhor sucesso na sala de aula.</p>



<p>Escreva uma carta para o professor da escola do seu filho para começar bem o ano acadêmico. Você vai querer discutir os sintomas do seu filho de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), dislexia ou outras dificuldades de aprendizagem, sua medicação para TDAH, se ele tomar uma, bem como as acomodações para TDAH que o ajudaram a ter sucesso na escola.Aqui está a carta de um dos pais, que pode lhe dar algumas ideias para criar a sua própria.</p>



<p>Para Os Professores De Zachary:</p>



<p>Zachary Klein estará na sua aula este ano. Ao longo dos anos, achamos útil dar aos professores alguns antecedentes sobre ele, além do PEI em seu arquivo. Isso geralmente garante um início bem-sucedido do ano letivo.</p>



<p>Zach tem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Ele está tomando medicação, mas isso não muda quem ele é, e é mais eficaz em ajudá-lo a se concentrar do que em controlar seu comportamento. Zach tem um ótimo senso de humor, e aproveitar isso no início do ano geralmente funciona bem. Zach leva as críticas para o lado pessoal e odeia ser gritado. Ele nem sempre vai deixar você saber, mas ele se preocupa e é muito sensível. Ele pode agir de forma legal e durão, mas, se teve um dia ruim, ele desmorona quando chega em casa.</p>



<p>Zach está animado com o ano novo. Ele quer se estabelecer e “ser maduro e responsável”. Ele diz isso no início de cada ano, mas nem sempre consegue ter sucesso. O último ano letivo foi difícil, e a autoestima de Zach está muito cansada.</p>



<p>Anexamos uma lista de coisas que funcionaram em algumas situações.</p>



<p>Congratulamo-nos com qualquer ideia que você tenha para manter Zach envolvido na escola, enquanto aumenta sua auto-estima e o ajuda a ter sucesso. Entre em contato conosco a qualquer momento por telefone ou e-mail. Temos horários flexíveis e podemos nos encontrar sempre que for conveniente para você. Estamos ansiosos para trabalhar com você no próximo ano.</p>



<p>Atenciosamente,<br>Pais de Zach</p>



<ol class="wp-block-list" type="1">
<li><strong>ELOGIOS: </strong> Zach responde aos elogios. Quando ele recebe reforço positivo, sua ansiedade diminui e ele pode ficar melhor na tarefa. É melhor, quando possível, falar com Zach sobre mau comportamento em particular.</li>



<li><strong>Valeu pausa: </strong>No passado, os professores deram a Zach um “vale pausa”, para que ele possa sair da sala quando precisar de uma pausa. Ele não o usa com frequência, mas saber que pode ajudá-lo a controlar a ansiedade. Ele pode se levantar de vez em quando para pegar um lenço de papel ou afiar um lápis, e isso o ajuda a se acalmar pelo resto da aula. Ele fica ansioso, quase ao ponto de claustrofobia, quando está no mesmo ambiente por muito tempo.</li>



<li><strong>Espaço silencioso.</strong>&nbsp;Zach tem dificuldade em se concentrar por longos períodos de tempo ao fazer o teste e ao ler. Durante esses longos períodos, você pode movê-lo para um espaço mais silencioso e privado, como o escritório de um professor ou o corredor.</li>



<li><strong>Problemas matemáticos ampliados.</strong>&nbsp;Zach tem problemas para fazer testes de matemática. Ele se sai melhor quando os testes são ampliados, de modo que um ou dois problemas estão em cada página. Às vezes, ele dobra seu trabalho de matemática em quartos, com apenas um problema em cada trimestre, para se ajudar a se concentrar.</li>



<li><strong>Leitura limitada em sala de aula.</strong>&nbsp;É quase impossível para Zach ler em sala de aula por um longo período de tempo. É melhor enviar tarefas de leitura para casa, onde a leitura pode ser feita em silêncio.</li>



<li><strong>Agendamento para aulas difíceis.</strong>&nbsp;Se possível, as aulas mais difíceis de Zach devem ser agendadas no horário da manhã. A concentração se torna mais difícil para ele à medida que o dia avança. Os professores em suas aulas posteriores devem estar cientes disso.</li>



<li><strong>Leniência por atrasos.</strong>&nbsp;A menos que ele tenha muitos lembretes, a desorganização de Zach inibe sua capacidade de entregar o trabalho a tempo. Enquanto nos esforçamos para cumprir os prazos, gostaríamos de clemência para atribuições atrasadas.</li>
</ol>
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		<title>Por que a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é a mais indicada para TEA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 11:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é a terapia mais indicada para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) devido a uma série de razões baseadas em<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Análise do Comportamento Aplicada</strong> <strong>(ABA)</strong> é a terapia mais indicada para o <strong>Transtorno do Espectro Autista (TEA) </strong>devido a uma série de razões baseadas em evidências científicas. A ABA é uma ciência que utiliza métodos com fundamentos científicos para construir repertórios socialmente relevantes e reduzir repertórios problemáticos em indivíduos com autismo.</p>



<p>Uma das principais razões para a recomendação da <strong>ABA </strong>é o seu suporte empírico e eficácia comprovada. Estudos e pesquisas ao longo de mais de 50 anos têm demonstrado consistentemente os benefícios da <strong>ABA </strong>no desenvolvimento de crianças com autismo em comparação com outras intervenções sem suporte empírico. Essa abordagem tem sido associada a ganhos significativos nas áreas de comunicação, habilidades sociais, comportamento adaptativo e brincar.</p>



<p>Além disso, a <strong>ABA </strong>é reconhecida por suas práticas baseadas em evidências <strong>(PBEs)</strong>, que são fundamentadas em rigorosos estudos científicos e são recomendadas por entidades especializadas, como o National Professional Development Center on ASD e o National Autism Center. Essas entidades revisaram a literatura e identificaram várias intervenções da <strong>ABA </strong>como <strong>PBEs </strong>estabelecidas.</p>



<p>A <strong>ABA </strong>também se destaca por sua abordagem sistemática e individualizada. Os programas da ABA são personalizados para atender às necessidades específicas de cada indivíduo com autismo, levando em consideração suas habilidades, interesses e desafios. Essa individualização permite o desenvolvimento de pré-requisitos importantes, como atenção e habilidades básicas de aprendizagem, preparando as crianças para adquirir conhecimentos mais complexos, como leitura e operações aritméticas.</p>



<p>Outro aspecto importante da <strong>ABA </strong>é sua ênfase na mensuração e monitoramento do progresso. Através da coleta de dados sistemáticos, os profissionais de ABA podem avaliar objetivamente o desempenho do indivíduo, ajustar as estratégias de intervenção e tomar decisões embasadas em evidências. Isso permite um acompanhamento detalhado do desenvolvimento e a identificação de áreas que requerem maior atenção e suporte.</p>



<p>No entanto, não basta somente a escolha da melhor intervenção ou prática, as famílias precisam ainda levar em consideração a expertise do profissional, os valores de cada família e o contexto que está inserido.</p>



<p>Em resumo, a <strong>Análise do Comportamento Aplicada </strong>é hoje sem dúvida a intervenção mais indicada para o <strong>TEA </strong>devido ao seu suporte empírico, práticas baseadas em evidências, abordagem individualizada e ênfase na mensuração e monitoramento do progresso. Essa abordagem tem se mostrado efetiva na promoção do desenvolvimento de crianças com autismo e na melhoria de sua qualidade de vida.</p>
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		<title>A importância do incentivo à educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 13:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Peers]]></category>
		<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inclusão educacional é um direito fundamental de TODOS, independentemente de suas habilidades ou diferenças. E para as pessoas com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimento esse direito significa uma mudança significativa em suas vidas, proporcionando oportunidades de aprendizado e crescimento pessoal. É fundamental incentivar e promover a educação inclusiva, garantindo que essas pessoas tenham acesso à educação partindo de uma visão de equidade para desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>



<p>A educação inclusiva significa muito mais do que simplesmente permitir o acesso a escola. É uma abordagem holística que se concentra em adaptar o ambiente e as práticas de ensino para atender às necessidades individuais de cada pessoa. Isso pode incluir a utilização de recursos visuais, como cronogramas visuais e comunicação alternativa e aumentativa, além de procedimentos específicos de ensino que levem em conta a forma como as pessoas com TEA aprendem e processam informações.</p>



<p>Além disso, a educação inclusiva pode ajudar a combater o estigma em torno da pessoa com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimneto, promovendo uma cultura de aceitação, diversidade e combater o capacitismo. Quando TODOS estão incluídos na educação, a oportunidade de interação e aprendizagem beneficiam TODOS, ensinando habilidades de empatia, compreensão e respeito as diferenças.</p>



<p>No entanto, a educação inclusiva não pode ser alcançada sozinha. É fundamental que educadores, pais e cuidadores trabalhem juntos para garantir um ensino de qualidade. Isso pode incluir o desenvolvimento de planos individuais de educação (PEI), a colaboração entre os profissionais de saúde e educação, e a promoção de uma cultura de inclusão nas escolas e na sociedade em geral.</p>



<p>Em resumo, a educação inclusiva é crucial para garantir que TODOS, tenham acesso à educação e possam desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>
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		<title>A importância do acesso a recursos e serviços por pessoas com desenvolvimento atípico.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 23:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inclusão de pessoas com desenvolvimento atípico na sociedade depende de diversos fatores, mas o acesso a recursos e serviços especializados é um dos mais importantes. Infelizmente, essas pessoas enfrentam barreiras significativas quando se trata de acesso a cuidados e serviços adequados. Isso pode afetar negativamente sua capacidade de aprender, trabalhar e interagir com os outros, o que pode levar a uma maior exclusão e isolamento social.</p>



<p>Os recursos e serviços disponíveis para pessoas com desenvolvimento atípico incluem terapia comportamental, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia e outros tratamentos específicos para ajudar no desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e funcionais. O acesso a esses serviços pode ajudar no desenvolvimento de habilidades importantes que lhes permitirão se envolver mais plenamente na sociedade.</p>



<p>Dentre os recursos e serviços, cabe ressaltar o treinamento dos pais e cuidadores para receberem orientações especializadas para ajudá-los a lidar com os desafios diários.</p>



<p>Por fim, é crucial lembrar que cada pessoa neurodiversa é única e tem necessidades individuais e específicas. Por isso, o acesso a recursos e serviços deve ser personalizado e adaptado às necessidades de cada pessoa.</p>
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		<title>Sensibilização para o autismo: A importância do acesso a recursos e serviços para Autistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 21:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação, interação social e comportamento. Embora cada indivíduo com autismo tenha habilidades e desafios<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação, interação social e comportamento. Embora cada indivíduo com autismo tenha habilidades e desafios únicos, a maioria enfrenta dificuldades em áreas como linguagem, interação social e comportamento. No entanto, com <strong>intervenções e suportes adequados, indivíduos com autismo podem ter uma vida com qualidade em diferentes contextos.</strong></p>



<p>Para garantir que os indivíduos com autismo alcancem todo seu potencial, é fundamental que eles tenham acesso a recursos e serviços que atendam às suas necessidades específicas. Isso inclui ter acesso a serviços de saúde, educação, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, com abordagens validadas e com evidência científica robusta;</p>



<p><strong>É fundamental que os indivíduos com autismo tenham acesso a serviços de educação de qualidade. O acesso a um ambiente de aprendizagem inclusivo e adaptado pode ajudar os indivíduos com autismo a desenvolver habilidades acadêmicas e sociais importantes.</strong></p>



<p>A garantia de que indivíduos com autismo tenham acesso a recursos e serviços adequados também pode ajudar a reduzir o estigma associado ao autismo. Muitas vezes, o estigma é o resultado de uma falta de compreensão sobre as necessidades e desafios enfrentados pelos indivíduos com autismo.</p>



<p><strong>A educação e o suporte podem ajudar a criar uma sociedade mais inclusiva e respeitosa para todos.</strong></p>



<p>Infelizmente, nem todos os indivíduos com autismo têm acesso a recursos e serviços adequados. Isso pode ser devido a uma variedade de fatores, incluindo falta de acesso geográfico, falta de recursos financeiros ou falta de conhecimento sobre o autismo e suas necessidades.</p>



<p><strong>É importante que a sociedade como um todo se esforce para garantir que os indivíduos com autismo tenham acesso aos recursos e serviços que necessitam. </strong>Isso pode incluir políticas públicas que garantam o acesso a serviços de saúde e educação, programas de conscientização pública para reduzir o estigma associado ao autismo e iniciativas para promover a inclusão em todas as áreas da sociedade.</p>
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		<title>Como lidar com a preocupação e o estresse relacionados à criação de uma criança com deficiência?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 11:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Amamos nossos filhos e qualquer esforço na criação deles não é o bastante não é mesmo? Como pais, nos preocupamos em oferecer o melhor, sempre. E<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Amamos nossos filhos e qualquer esforço na criação deles não é o bastante não é mesmo? Como pais, nos preocupamos em oferecer o melhor, sempre. E com isso estamos constantemente preocupados com o dia a dia e seu futuro, e o convívio familiar e a relação entre todos os envolvidos é muito importante neste aspecto.</p>



<p>Hoje vamos dar algumas dicas para que essa rotina seja o menos estressante possível para a integrantes com autismo na família e para você, pai/ mãe, que é parte importante em todo processo.</p>



<p>Buscar suporte sempre é uma boa ideia, conversar com outros pais de crianças com autismo, participar de grupos de apoio ou conversar com um terapeuta ou conselheiro pode ajudar a sentir-se menos sozinho(a) e a obter perspectivas.</p>



<p>Cuide de sua saúde física e mental fazendo exercícios regularmente, dormindo o suficiente e se alimentando com uma dieta saudável.&nbsp; Procurar maneiras de relaxar, como yoga ou meditação também são ótimas opções.</p>



<p>Conheça seu filho e conheça ao máximo possível sobre suas necessidades específicas e habilidades que podem ser exigidas, assim como sobre as terapias e intervenções disponíveis. Quanto mais você souber, mais confiante você se sentirá ao lidar com as necessidades de seu filho.</p>



<p>Seja realista e aprenda a aceitar que algumas coisas serão difíceis, e que isso é NORMAL. Não se coloque pressão para ser perfeito(a), e não se culpe pelas dificuldades que seu filho enfrenta.</p>



<p>Tenha um tempo para você mesmo, sua família e amigos. Faça coisas que você gosta e que o ajudam a relaxar, isso vai ajudá-lo a lidar melhor com o estresse.</p>



<p>Se você estiver se sentindo sobrecarregado ou tendo dificuldade para lidar com seus sentimentos, é importante buscar ajuda de um profissional, como um terapeuta ou psicólogo, que pode ajudá-lo a lidar com essas emoções e a encontrar maneiras de gerenciar seu estresse.</p>



<p><strong>E não se preocupe, nós sempre estaremos aqui para lhe dar apoio necessário!</strong></p>
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		<title>Indivíduos com TDAH em meio às novas revoluções digitaise sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 20:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[análise comportamental aplicada]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
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					<description><![CDATA[A cada dia que acordamos somos desafiados a enfrentar um novo mundo à nossa frente. “Amanhã será um novo dia.…” virou, quase literalmente, “Amanhã será um<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cada dia que acordamos somos desafiados a enfrentar um novo mundo à nossa frente. “Amanhã será um novo dia.…” virou, quase literalmente, “Amanhã será um novo mundo…”.</p>



<p>Todo dia existe um novo “app”, uma nova comunidade digital, milhões de novas informações e toda uma nova forma de se relacionar e de se viver. A velocidade da rotação da terra aumentou. E o combustível é a tecnologia. Se tudo é tão rápido, como conseguiremos selecionar a informação, apreendê-la, entender o contexto e formar novos aprendizados?</p>



<p>O diagnóstico de TDAH não é recente. Há relatos que datam de centenas de anos anteriores. Desde a primeira metade do século passado, crianças, jovens e adultos com TDAH são reconhecidos pela medicina como tendo dificuldades de sustentar atenção, problemas de organização, inquietude e impulsividade. Quando compreendido este contexto, é muito provável que diversos questionamentos venham às nossas mentes.</p>



<p>Podemos assim nos indagar: A descrição de TDAH feita no século passado ainda é válida para os dias de hoje? Quais são os novos desafios enfrentados por pacientes com TDAH? Como os profissionais de saúde podem atualmente ajudar os pacientes com TDAH? Essas são apenas algumas das perguntas para este novo capítulo da nossa História.</p>



<p>Nesta série de artigos, discutirei alguns novos temas que acredito serem relevantes sobre o diagnóstico de TDAH e sobre o paciente com TDAH neste novo milênio. A intenção não é a de ter respostas certas, mas sim de ter questionamentos relevantes. O mundo vai continuar a rodar em uma velocidade vertiginosa. Questionar, indagar, repensar e mudar serão os verbos mais importantes deste admirável mundo novo. Pode apostar!!!</p>



<p><strong>E como fica o diagnóstico de TDAH?</strong></p>



<p>O diagnóstico de TDAH foi estabelecido e reconhecido nas classificações internacionais de transtornos mentais desde o século passado. Mostrou-se assim consistente até hoje. Desta forma, não se discute a existência do TDAH e não é minha intenção aqui questiona-lo. Entretanto, é bastante necessário contextualizar o diagnóstico nos dias de hoje. Sobretudo as consequências de ser portador de TDAH atualmente. Outro aspecto significativo nesta discussão é a influência da mídia digital (e mais especificamente o tempo dedicado a navegar nesta mídia) sobre a atenção, especialmente de quem não tem TDAH. Isto porque muitas pessoas se sobrecarregam de atividades paralelas e, quando não conseguem executar o que pretendem, logo se autodiagnosticam como tendo TDAH. Isto é um erro, uma banalização do diagnóstico que prejudica quem realmente é portador de TDAH.</p>



<p>Em sua última revisão pela Associação Psiquiátrica Americana (APA), publicada na quinta edição do manual conhecido como DSM (DSM 5), o TDAH se manteve como um diagnóstico com origem na infância (os sintomas devem estar presentes antes dos 12 anos de idade), com comprometimento significativo em ambientes diversos, podendo persistir na vida adulta. O diagnóstico é clínico e não depende de exames complementares para ser feito. Uma das maneiras de se investigar comprometimento é solicitando ao paciente que dê exemplos de desfechos negativos em sua vida diária que possam se associar aos sintomas de TDAH.</p>



<p>É neste momento que se deve lembrar que o paciente com TDAH vive nos dias atuais, no século 21, em meio a uma gama de novas atividades, boa parte delas associadas a utilização de mídia digital. Desta maneira, podemos então nos perguntar: O paciente com TDAH utiliza a mídia digital, e mais especificamente as redes sociais da mesma forma? Será que eles têm comprometimento específico que deve ser investigado? Existe um padrão de comprometimento e então a necessidade de construirmos uma entrevista mais atualizada?</p>



<p>Talvez a proposição mais acertada seja a de nos dedicarmos (médicos, psicólogos, profissionais de saúde e educação) a fazer uma entrevista mais detalhada sobre como o paciente utiliza a internet. Buscar assim exemplos de vida real (surfar no mundo virtual já faz parte da vida real) onde a desatenção, inquietude e impulsividade possam trazer desfechos negativos na utilização dos diversos instrumentos digitais. Talvez seja datado perguntar “com que frequência você perde seu relógio de pulso? ”. Com uma pequena adaptação poderíamos perguntar “ com que frequência você perde seu&nbsp;<em>apple watch</em>? ”. Ou perguntar “com que frequência você inicia chats online e não dá sequencia, deixando as pessoas falando sozinhas?”. Outra exemplo de investigação de desfechos negativos poderia ser “com que frequência você manda fotos,&nbsp;<em>prints</em>&nbsp;de tela, e mesmo&nbsp;<em>nudes</em>, de forma impulsiva, arrependendo-se em seguida?”.</p>



<p>Não tenho dúvidas que ainda podemos pensar em mais uma dezena de novas perguntas. Dei acima apenas alguns exemplos. É bom lembrar que o contexto atual não se restringe ao uso de mídia digital. Porém, como um bom recorte deste admirável mundo novo, o uso da internet serve como um excelente paradigma para estas novas discussões.</p>



<p>No próximo texto, discutirei sobre o excesso no uso da mídia digital e sua associação com desatenção em pacientes que não possuem TDAH. Focarei no perigo do autodiagnostico, banalização do termo TDAH, e prejuízos para aqueles que realmente possuem o diagnóstico.</p>



<p><strong>O CIEC oferece o programa START que agora conta também com o PEERS®, duas eficientes abordagens para desenvolvimento de habilidade sociais!</strong></p>



<p>Créditos: <em>Daniel Segenreich – Vice-presidente da Associação Brasileira do Déficit de Atenção</em></p>
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		<title>Como os modelos de tratamentos da ABA podem ajudar o seu filho(a)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 14:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
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					<description><![CDATA[Os programas de tratamento ABA para o TEA incorporam descobertas de centenas de estudos aplicados focados na compreensão e tratamento do TEA publicados em periódicos revisados<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Os programas de tratamento ABA para o TEA incorporam descobertas de centenas de estudos aplicados focados na compreensão e tratamento do TEA publicados em periódicos revisados por pares ao longo de um período de mais de 50 anos. O tratamento pode variar em termos de intensidade e duração, complexidade e alcance dos objetivos do tratamento, e da extensão do tratamento fornecido diretamente.</p>



<p>Embora os modelos de tratamento sejam existentes em um contínuo, estas diferenças podem ser geralmente categorizadas como um dos dois modelos de tratamento: Tratamento ABA Focado ou Abrangente.</p>



<p>Tratamento ABA Focado</p>



<p>ABA Focado refere-se ao tratamento fornecido diretamente ao cliente para um número limitado de comportamentos alvo. Isto não é restrito por condições de idade, nível cognitivo ou comorbidades.</p>



<p>O tratamento ABA Focado pode envolver o aumento de comportamento socialmente apropriado (por exemplo, aumento de iniciações sociais) ou redução de comportamento problema (por exemplo, agressão) como alvo principal.</p>



<p>Mesmo quando a redução do comportamento problema é o objetivo principal, é fundamental também focar no aumento dos comportamentos alternativos apropriados, porque a ausência de comportamentos apropriados é muitas vezes o precursor de distúrbios comportamentais graves. Portanto, o tratamento ABA Focado também é adequado para indivíduos que precisam adquirir habilidades (por exemplo, comunicação, tolerância de mudanças nos ambientes e em atividades, autoajuda, habilidades sociais).</p>



<p>Tratamento ABA Abrangente</p>



<p>ABA Abrangente refere-se ao tratamento dos vários domínios do desenvolvimento afetados, como cognitivo, comunicativo, social, emocional e funcionamento adaptativo.</p>



<p>Comportamentos mal-adaptativos, como oposição, birra e estereotipia também costumam ser o foco do tratamento. Embora existam diferentes tipos de tratamento abrangente, um exemplo é a intervenção comportamental precoce e intensiva, onde o objetivo maior é fechar a lacuna entre o nível de funcionamento do cliente e dos pares com desenvolvimento típico. Esses programas tendem a variar de 30-40 horas de tratamento por semana (adicionado a supervisão direta e indireta e treinamento de cuidadores).</p>



<p>Treinar membros da família e outros cuidadores para gerenciar comportamentos problema e interagir com o indivíduo com TEA de forma terapêutica é um componente crítico deste modelo de tratamento.</p>



<p>O CIEC tem em sua equipe, especialistas na ABA, com as certificações das melhores instituições e experiência de campo se sobre para oferecer para sua família a melhor aplicação de toda a metodologia.</p>



<p>Se você tem dúvidas ou quer mais informações sobre o benefícios que a ABA pode oferecer entre em contato conosco! Teremos prazer em lhe atender e tirar todas suas dúvidas para iniciar o tratamento no tempo mais hábil possível!</p>
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		<title>Como a Análise do Comportamento pode atuar num indivíduo com Autismo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 12:18:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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<p>ABA (Applied Behavior Analysis) em português Análise do Comportamento Aplicada, é uma ciência que estabeleceu-se, há algum tempo, como eficaz para o tratamento de problemas socialmente significativos. Esta prática alinha-se com um movimento, relativamente recente, conhecido como Práticas Baseadas em Evidências (PBEs), para aumentar o rigor nas intervenções educacionais e psicológicas para TEA.</p>



<p><br>As PBEs, visam mesclar conhecimento científico com a prestação de serviços que melhorem a qualidade de vida dos usuários. A maior parte destas práticas são advindas de pesquisa em Análise do Comportamento.</p>



<p><br>As PBEs são úteis para proteger os consumidores e garantir que os indivíduos com TEA possam obter tratamentos com a melhor chance de maximizar sua qualidade de vida. Devido ao aumento repentino e rápido da prevalência nos casos de TEA, muitas das opções de tratamento disponíveis para esse público não foram avaliadas cientificamente e consequentemente podem gerar prejuízos para o beneficiário.</p>



<p><br>Além disso a falta de informação consistente e concreta pode levar os indivíduos com TEA e sua famílias a buscarem tratamentos que podem causar danos e, até mesmo, interferir negativamente em intervenções eficazes que ocorram paralelamente.</p>



<p><br>As duas principais entidades orientadoras de PBEs para indivíduos com TEA são o National Professional Development Center on ASD e o National Autism Center. As principais PBEs identificadas nos dois relatórios se destacam pela aplicação e generalidade de medidas de desempenho como: comunicação, habilidades sociais, comportamento adaptativo e brincar. O National Autism Center identificou 14 intervenções como PBEs estabelecidas e o National Professional Development Center on ASD identificou 27 práticas, que embora tenham diferentes nomes, em sua grande maioria derivam da ABA. Por isso que, quando se fala em evidencia cientifica para tratamento de autismo, o padrão ouro é ABA.</p>



<p></p>
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		<title>Pesquisa ABA apoiada por evidências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 16:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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<p>Duas semanas atrás, tive meu tipo favorito de conversa com um dos pais do meu cliente.&nbsp;Marquei uma reunião de pais para eles e disse a eles: “Seu filho não precisa mais de nós”.</p>



<p>Quando eu tenho um filho, eu sei que meu trabalho é trabalhar sozinho e toda vez que digo a um pai que é hora de se separar, é um momento tão agridoce. Sentei-me ali, observei os pais chorarem lágrimas que diziam vir de um lugar de felicidade, e escutei seus depoimentos sobre como nunca imaginaram esse momento há dois anos quando seu filho iniciou os cultos conosco e foi rotulado como “não verbal” . São momentos como esses que me deixam surpreso quando me deparo com artigos, como o publicado no site Stars and Stripes intitulado “ Tricare buscando a combinação certa de terapias para crianças com autismo ”, que afirmam que “a eficácia das técnicas comportamentais aplicadas ainda não foi comprovada …”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Quando eu tenho um filho, eu sei que meu trabalho é ficar sem emprego…”</p></blockquote>



<p>Recebi o artigo por um amigo meu que, como a família mencionada, teve uma jornada com a ABA que começou com um filho não verbal que agora fala (demasiado se você perguntar à mãe) e agora está recebendo treinamento profissional.&nbsp;Ao longo do artigo, são citados depoimentos que afirmam que a ABA não atende aos padrões da Tricare por ser uma “cobertura baseada em evidências”, chegando a dizer que os pais “acreditam” que a ABA ajuda seus filhos como se fosse algum tratamento da moda que não foi testado e avaliado por décadas.&nbsp;Quando me deparo com esses tipos de declarações, tudo o que posso fazer é fazer o que o campo ABA penetrou em mim: olhar para os dados, olhar para a pesquisa.&nbsp;Como profissional da área e ser humano que viu a ABA fazer mudanças notáveis ​​em seu próprio familiar diagnosticado com autismo,&nbsp;Eu sei que a pesquisa que identifica o ABA como um tratamento eficaz e baseado em evidências é robusta.&nbsp;A literatura data de mais de 50 anos.&nbsp;Quer estejamos falando do famoso estudo de Lovaas em 1987 ou da pesquisa mais recente realizada na última década, os resultados indicam que os grupos que recebem terapia intensiva de ABA têm uma porcentagem significativamente maior de participantes que são capazes de atingir um funcionamento cognitivo médio e participar em uma sala de aula de educação geral com apoios mínimos do que os grupos de controle que não receberam ABA.</p>



<p>Simmer, o indivíduo entrevistado no artigo Stars and Stripes, também faz referência  a uma pesquisa realizada com 28.000 pais através de um grupo de apoio online em 2012. Ele afirma que os resultados desta pesquisa disseram que apenas 15% dos pais disseram que ABA funcionou melhor para seu filho (ficando em 3º lugar atrás de terapia ocupacional e fonoaudiologia). Não estou familiarizado com esta pesquisa, mas como outros fatores não são relatados (ou seja, quais dos participantes têm seguro que cobre os serviços da ABA e quais acessaram quais serviços), esta pesquisa DEVE ser feita com cautela. Os autores desta pesquisa afirmam que os dados dos participantes relatados eram apenas de cerca de 8.000 indivíduos e que os resultados não faziam parte de “ciência rigorosa” e “não se destina a ser uma pesquisa abrangente”. Em suma, se algum indivíduo está questionando a eficácia de qualquer tratamento baseado em evidências,</p>



<p>Há um lado positivo.&nbsp;Antes de encerrar completamente a cobertura da ABA, algo que o artigo afirma ser “improvável”, a Tricare parece estar fazendo sua devida diligência ao realizar um estudo de 7 milhões de dólares para encontrar evidências de quantas sessões de ABA são eficazes e “quais fatores preveem quais modo de tratamento é mais eficaz”.&nbsp;Além disso, adoro o fato de que o artigo aborda o fato de que um plano abrangente é melhor para crianças.&nbsp;Um plano abrangente também pode incluir serviços de Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, que definitivamente têm seu lugar na remediação de certos déficits que uma criança pode ter devido ao seu diagnóstico de autismo ou algum outro diagnóstico comórbido.&nbsp;Simmer afirma que quer garantir que “todos os fornecedores estejam trabalhando juntos como uma equipe”.&nbsp;Como BCBA prestando serviços aos nossos clientes,</p>



<p>Em resumo, quando artigos como este são publicados para serem vistos pelo público em geral, é muito preocupante para mim. Em uma época em que a pesquisa mostra cada vez mais que os ganhos da ABA são melhores durante os anos de intervenção precoce, um artigo como este pode desnecessariamente persuadir uma família a não entrar em contato com os serviços da ABA referenciando estudos que não sofreram uma queda de processo científico e afirmando opiniões que não são apoiadas por fatos. Meu ponto principal é sempre este: como pai de uma criança com autismo ou qualquer deficiência, você é o maior defensor deles. Ninguém quer melhor para o seu filho do que você. Não importa quais terapias ou tratamentos são sugeridos para você, é sempre uma boa ideia fazer sua própria pesquisa e obter informações de fontes confiáveis ​​e respeitáveis.</p>



<p>Fonte: behavioral-innovations.com</p>
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