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	<title>CIEC Comportamental &#8211; CIEC Comportamental</title>
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	<description>Análise do Comportamento Aplicada</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Sep 2023 13:07:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>TDAH e Mídias Sociais: Muitos Motivos de Preocupação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 12:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Plataformas de mídias sociais são atualmente uma forma comum de compartilhamento de informações médicas. O TikTok, em particular, é o aplicativo mais baixado desde 2020, em particular entre adolescentes e adultos jovens; #adhd é nada menos que o sétimo hashtag de saúde mais procurado nesta plataforma.</p>



<p></p>



<p>Embora estes conteúdos possam combater estigma e aumentar a conscientização sobre problemas de saúde física e mental, existe a preocupação de que possam fornecer informações incorretas e, em particular, o que se convencionou chamar de “cibercondria”, a hipocondria de transtornos que os usuários passam a conhecer nas mídias sociais.</p>



<p></p>



<p>No caso específico do TDAH a situação é mais grave. Como não é um diagnóstico do tipo “tudo ou nada” (como hepatite, HIV, câncer, etc – ou seja, você tem ou não tem) mas sim algo que todos nós temos em algum grau (como no caso do diabetes, hipertensão arterial ou glaucoma, onde o diagnóstico só é dado quando se tem “demais”), qualquer pessoa que veja um vídeo sobre TDAH vai “se reconhecer” invariavelmente, em algum grau.</p>



<p></p>



<p>TDAH e diabetes são os&nbsp;<em>extremos</em>&nbsp;de coisas que todos têm.</p>



<p></p>



<p>Por que a preocupação?</p>



<p></p>



<p>Existe um enorme volume de informações nas mídias sociais que não são moderadas por profissionais de saúde, isto é, qualquer um, independentemente de seu nível de conhecimento técnico-científico, pode publicar algo sobre qualquer doença.</p>



<p></p>



<p><strong><em>É o oposto do que se faz no meio científico.</em></strong></p>



<p></p>



<p>Para publicar qualquer artigo, o manuscrito original é submetido a avaliações de revisores anônimos (não pagos), reconhecidamente especializados no assunto e que nunca trabalham ou trabalharam junto com os autores. E se houver qualquer possibilidade de conflito de interesses (principalmente os econômicos), o “sarrafo é muito mais em cima”.</p>



<p></p>



<p>No caso do Tik Tok e do Instagram, muitos canais têm o principal objetivo de monetização, ou seja, ganhar dinheiro. Para lembrar de um problema recente durante a trágica pandemia do COVID: 12 dos principais influenciadores antivacina dos Estados Unidos representavam uma “indústria” com receitas anuais de ao menos 36 milhões de dólares. Isso porque esses perfis impactam milhões de seguidores que clicam em links com anúncios, compram cursos com premissas duvidosas e alimentam um mercado que rende até 1,1 bilhão para as redes sociais que abrigam os conteúdos.</p>



<p></p>



<p>Um artigo publicado este ano no Jornal Canadense de Psiquiatria, uma revista científica especializada, avaliou os 100 vídeos mais populares do Tik Tok sobre TDAH. Os vídeos falavam sobre o diagnóstico, sobre a experiência pessoal de quem tinha TDAH ou foi diagnosticado e ainda sobre como lidar com o transtorno.</p>



<p></p>



<p>Os vídeos foram analisados e classificados em 3 grupos: (1) vídeos úteis (2) vídeos com experiência pessoais e (3) vídeos com conteúdo incorreto. Neste último caso, os vídeos continham informações que não tinham fundamentação científica ou então continham generalizações também sem fundamento (mesmo que fossem sobre experiências pessoais).</p>



<p></p>



<p>O resultado?</p>



<p></p>



<p><strong><em>Dos 100 vídeos, 52% foram classificados como tendo conteúdo incorreto</em>.</strong></p>



<p></p>



<p>A grande maioria foi considerada como tendo uma linguagem clara e de fácil compreensão,&nbsp;<strong>mesmo quando não apresentam conteúdo correto.</strong></p>



<p></p>



<p>Estes resultados são coerentes com outras análises publicadas em artigos científicos, sobre diversos outros problemas, simples e graves, desde acne até diabetes e litíase biliar (pedra na vesícula).</p>



<p></p>



<p>Como os algoritmos tendem a mostrar outros vídeos similares, ocorre um potencial de aumentar as informações incorretas. Além disso, o fenômeno da “romantização” do TDAH e a tendência de usar o diagnóstico “para justificar uma série de comportamentos” que na verdade têm outra origem contribuem para deixar os especialistas preocupados com a situação atual.</p>



<p></p>



<p>O filósofo Thomas Kuhn advertia: “A exposição a gansos e cisnes tem um papel essencial no aprendizado do reconhecimento de patos”.&nbsp;<strong><em>Desatenção, inquietude, procrastinação, deixar tudo para a última hora, dificuldade para se organizar, etc podem ser devidas a uma série de problemas e também podem ser observadas em indivíduos normais.</em></strong></p>



<p></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Nem tudo que parece com TDAH é TDAH.</strong></p>
</blockquote>



<p></p>



<p>Antes de se “autodiagnosticar” ou, pior ainda, entrar num “curso sobre TDAH”, que tal abordar este&nbsp;<em>novíssimo</em>&nbsp;problema com uma&nbsp;<em>velhíssima</em>&nbsp;recomendação?</p>



<p></p>



<p><strong>Consulte um especialista!</strong></p>



<p>.</p>



<p>CRÉDITOS:</p>



<p>Fonte: <a href="https://tdah.org.br/tdah-e-midias-sociais-muitos-motivos-para-preocupacao/">https://tdah.org.br/</a></p>



<p>Autor: Paulo Mattos</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fundador da Associação Brasileira do Déficit de Atenção,&nbsp; MD, PhD,&nbsp; ex-professor e coordenador de Psiquiatria e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde recebeu o prêmio de Excelência em Educação Médica e foi professor homenageado várias vezes ao longo de sua carreira acadêmica.</li>



<li>Atualmente é professor do Programa de Doutorado do Instituto D’Or de Pesquisa e Educação (IDOR), onde também participa de diferentes áreas de pesquisa (TDAH, Envelhecimento e Demência, Neuropsicologia).</li>



<li>Participou de diversos comitês nacionais e internacionais e ministrou palestras em diversos congressos. Recebeu bolsas do NIMH (Instituto Nacional de Saúde Mental, EUA), da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O Dr. Paulo Mattos publicou mais de 150 artigos científicos e orientou mais de 40 alunos de mestrado e doutorado.</li>
</ul>
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		<title>A importância do incentivo à educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 13:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Peers]]></category>
		<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inclusão educacional é um direito fundamental de TODOS, independentemente de suas habilidades ou diferenças. E para as pessoas com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimento esse direito significa uma mudança significativa em suas vidas, proporcionando oportunidades de aprendizado e crescimento pessoal. É fundamental incentivar e promover a educação inclusiva, garantindo que essas pessoas tenham acesso à educação partindo de uma visão de equidade para desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>



<p>A educação inclusiva significa muito mais do que simplesmente permitir o acesso a escola. É uma abordagem holística que se concentra em adaptar o ambiente e as práticas de ensino para atender às necessidades individuais de cada pessoa. Isso pode incluir a utilização de recursos visuais, como cronogramas visuais e comunicação alternativa e aumentativa, além de procedimentos específicos de ensino que levem em conta a forma como as pessoas com TEA aprendem e processam informações.</p>



<p>Além disso, a educação inclusiva pode ajudar a combater o estigma em torno da pessoa com deficiência, síndrome ou transtorno do neurodesenvolvimneto, promovendo uma cultura de aceitação, diversidade e combater o capacitismo. Quando TODOS estão incluídos na educação, a oportunidade de interação e aprendizagem beneficiam TODOS, ensinando habilidades de empatia, compreensão e respeito as diferenças.</p>



<p>No entanto, a educação inclusiva não pode ser alcançada sozinha. É fundamental que educadores, pais e cuidadores trabalhem juntos para garantir um ensino de qualidade. Isso pode incluir o desenvolvimento de planos individuais de educação (PEI), a colaboração entre os profissionais de saúde e educação, e a promoção de uma cultura de inclusão nas escolas e na sociedade em geral.</p>



<p>Em resumo, a educação inclusiva é crucial para garantir que TODOS, tenham acesso à educação e possam desenvolver suas habilidades e potenciais.</p>
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		<title>Confira as fotos do 1º camarote exclusivo para pessoas com TDAH e espectro autismo de Goiás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 11:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<title>Como posso lidar com os comportamentos desafiantes de meu filho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 11:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Lidar com comportamentos desafiadores de crianças e adolescentes pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que podem ajudar. Entenda o comportamento:Antes de tentar lidar com<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lidar com comportamentos desafiadores de crianças e adolescentes pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que podem ajudar.</p>



<p><strong>Entenda o comportamento:</strong><br>Antes de tentar lidar com um comportamento desafiador, é importante entender por que ele está ocorrendo.<br>Muitos comportamentos desafiadores podem ser causados por dificuldades em usar comunicação adequada/ funcional para o que se quer. Pode variar em querer algo que não consegue pedir ou mesmo não querer algo que está incomodando, por exemplo: lidar com estímulos sensoriais.<br>Tente observar o comportamento e veja se você pode identificar o que o está causando e o que o mantém.</p>



<p><strong>Mantenha a calma:</strong><br>É importante manter a calma ao lidar com comportamentos desafiadores.<br>Se você se sentir irritado ou frustrado, isso pode piorar a situação.<br>Tente manter uma voz calma e suave e evite reagir emocionalmente, observe o contexto e veja se suas instruções são possíveis de serem seguidas, dê a ajuda necessária para serem seguidas e seja <strong>CONSISTENTE</strong>.</p>



<p><strong>Crie rotinas:</strong><br>Para muitas pessoas, a previsibilidade e a rotina são importantes para se sentirem seguras e confortáveis.<br>Tente criar uma rotina diária clara para ajudar a reduzir a ansiedade e a incerteza.</p>



<p>Assim, ficará mais fácil para identificar onde acontece os comportamentos desafiadores e seus possíveis motivos. Com esses dados, poderemos ensinar comportamentos adequados para diferentes contextos, dar previsibilidade e ajuda necessária para cada situação, diminuindo a possibilidades dos comportamentos acontecerem novamente.</p>



<p><strong>Se necessário, forneça suporte sensorial:</strong><br>Se um comportamento desafiador estiver relacionado a estímulos sensoriais, como ruídos altos ou luzes brilhantes, tente fornecer suporte sensorial.<br>Isso pode incluir fones de ouvido com cancelamento de ruído, óculos de sol ou um ambiente mais silencioso.</p>



<p><strong>Use reforço positivo, para ensinar comportamentos novos:</strong><br>Reforço positivo é uma técnica em que você recompensa um comportamento positivo.<br>Por exemplo, se uma criança estiver tendo dificuldade em seguir uma instrução, você pode recompensá-la com elogios ou um pequeno prêmio quando ela seguir a instrução corretamente.</p>



<p><strong>Peça ajuda:</strong><br>Lembre-se de que você não precisa lidar com comportamentos desafiadores sozinho.<br>Procure apoio de profissionais de saúde, terapeutas ou grupos de apoio para famílias.</p>



<p><strong>Cada pessoa é única, então é importante experimentar diferentes estratégias e encontrar o que funciona melhor para a pessoa em questão.</strong></p>
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		<title>Como lidar com a preocupação e o estresse relacionados à criação de uma criança com deficiência?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 11:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Amamos nossos filhos e qualquer esforço na criação deles não é o bastante não é mesmo? Como pais, nos preocupamos em oferecer o melhor, sempre. E<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Amamos nossos filhos e qualquer esforço na criação deles não é o bastante não é mesmo? Como pais, nos preocupamos em oferecer o melhor, sempre. E com isso estamos constantemente preocupados com o dia a dia e seu futuro, e o convívio familiar e a relação entre todos os envolvidos é muito importante neste aspecto.</p>



<p>Hoje vamos dar algumas dicas para que essa rotina seja o menos estressante possível para a integrantes com autismo na família e para você, pai/ mãe, que é parte importante em todo processo.</p>



<p>Buscar suporte sempre é uma boa ideia, conversar com outros pais de crianças com autismo, participar de grupos de apoio ou conversar com um terapeuta ou conselheiro pode ajudar a sentir-se menos sozinho(a) e a obter perspectivas.</p>



<p>Cuide de sua saúde física e mental fazendo exercícios regularmente, dormindo o suficiente e se alimentando com uma dieta saudável.&nbsp; Procurar maneiras de relaxar, como yoga ou meditação também são ótimas opções.</p>



<p>Conheça seu filho e conheça ao máximo possível sobre suas necessidades específicas e habilidades que podem ser exigidas, assim como sobre as terapias e intervenções disponíveis. Quanto mais você souber, mais confiante você se sentirá ao lidar com as necessidades de seu filho.</p>



<p>Seja realista e aprenda a aceitar que algumas coisas serão difíceis, e que isso é NORMAL. Não se coloque pressão para ser perfeito(a), e não se culpe pelas dificuldades que seu filho enfrenta.</p>



<p>Tenha um tempo para você mesmo, sua família e amigos. Faça coisas que você gosta e que o ajudam a relaxar, isso vai ajudá-lo a lidar melhor com o estresse.</p>



<p>Se você estiver se sentindo sobrecarregado ou tendo dificuldade para lidar com seus sentimentos, é importante buscar ajuda de um profissional, como um terapeuta ou psicólogo, que pode ajudá-lo a lidar com essas emoções e a encontrar maneiras de gerenciar seu estresse.</p>



<p><strong>E não se preocupe, nós sempre estaremos aqui para lhe dar apoio necessário!</strong></p>
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		<item>
		<title>Como posso equilibrar as necessidades de meu filho com deficiência com as necessidades dos outros filhos em minha família?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 12:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje vamos dar algumas dicas para mais esta situação rotineira no dia a dia de famílias nesta situação. Crie um plano de cuidados: trabalhe com uma<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje vamos dar algumas dicas para mais esta situação rotineira no dia a dia de famílias nesta situação.</p>



<p>Crie um plano de cuidados: trabalhe com uma equipe de saúde e outros profissionais para criar um plano de cuidados que atenda às necessidades de seu filho com deficiência. Certifique-se de incluir suas necessidades específicas, bem como quaisquer necessidades de seus outros filhos.</p>



<p>Comunique-se regularmente com seus outros filhos e explique a eles sobre o autismo e como isso afeta o irmão. Isso pode ajudar a evitar mal-entendidos e construir a compreensão deles.</p>



<p>Estabeleça limites e regras claras para todos os seus filhos, incluindo seu filho com autismo. Isso ajudará a criar uma estrutura consistente em casa e ajudará a evitar conflitos.</p>



<p>Priorize o tempo de qualidade e certifique-se de que cada um de seus filhos tenha tempo de qualidade com você individualmente, além de tempo de qualidade como família.</p>



<p>Busque suporte e não hesite em procurar ajuda de amigos, familiares e profissionais, se você sentir que precisa de suporte adicional.</p>



<p><strong>&#8220;Conte com sua família e amigos e não exite em buscar por ajuda profissional&#8221;</strong></p>
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		<title>Startup desenha moléculas para tratamento de autismo e até câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 11:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma startup paulista desenvolveu uma plataforma computacional inovadora para a descoberta de novas drogas, que está sendo aplicada com sucesso na triagem de moléculas para o<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma startup paulista desenvolveu uma plataforma computacional inovadora para a descoberta de novas drogas, que está sendo aplicada com sucesso na triagem de moléculas para o tratamento de diversas doenças, incluindo transtornos mentais, autismo, ansiedade, dependência química e até mesmo certos tipos de câncer.</p>



<p><br>A Naiad Drug Development – empresa incubada na ITUFABC, incubadora da Universidade Federal do ABC (UFABC), em Santo André – é uma startup de bioinformática especializada na criação de novas moléculas bioativas que têm como alvo os chamados receptores acoplados a proteínas G (GPCRs, na sigla em inglês), uma família de receptores associados a uma ampla gama de doenças.<br>A empresa teve apoio do Programa Fapesp Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) para realizar a triagem de moléculas atuantes especificamente sobre o receptor de ocitocina, com foco em aplicações terapêuticas.<br>A ocitocina, cujo receptor é um GPCR, é um hormônio produzido no cérebro que tem papel importante na indução do parto e na amamentação. Por seu papel na modulação do humor, da interação social e da ansiedade, a ocitocina ficou conhecida popularmente como o hormônio do amor.</p>



<p><br>Unindo a inteligência artificial ao chamado desenho de fármacos com base na estrutura, a plataforma computacional desenvolvida pela Naiad é capaz de realizar a triagem de bilhões de moléculas, identificando aquelas que têm alto potencial de sucesso para uso terapêutico e selecionando com precisão algumas centenas para prosseguir nos testes celulares laboratoriais.<br>O desenho de fármacos com base na estrutura consiste em desenhar e otimizar estruturas químicas com o objetivo de identificar um composto adequado para testes clínicos – isto é, para selecionar candidatos a novos fármacos.<br>De acordo com Pedro Henrique Camargo Penna, um dos fundadores da Naiad, na Fase 1 do Projeto PIPE a empresa focou inicialmente na busca de moléculas que atuam de forma agonística no receptor de ocitocina – ou seja, aquelas que excitam esses receptores e podem ser úteis para doenças mentais ou neurológicas.</p>



<p><br>Tivemos sucesso nessa fase inicial e conseguimos encontrar diversas moléculas que se ligam ao receptor de ocitocina e que ainda não são utilizadas como fármacos. As moléculas mais promissoras foram selecionadas após uma rodada de testes in vitro e mostraram grande potencial para servir de base para o desenvolvimento de drogas com aplicação em diversos problemas e condições neurológicas, em especial dependência química e alguns sintomas do autismo, diz Penna.</p>



<p><br>Além disso, a empreitada resultou também em diversas moléculas com ação potencialmente relevante no combate a alguns tipos de câncer de alta incidência na população. “Os antagonistas do receptor de ocitocina já são estudados para o tratamento de ejaculação precoce e para o aumento da taxa de sucesso de fertilização in vitro, por exemplo, afirma o pesquisador. “Mas novos estudos têm mostrado que o bloqueio do receptor de ocitocina pode atuar também de forma considerável na redução de alguns tumores específicos. Por isso, expandimos o projeto e começamos a fazer a triagem de moléculas atuantes sobre o receptor de ocitocina com diferentes mecanismos de ação, focando na geração de valor em diferentes cenários, explica.</p>



<p><br>Depois do sucesso nos testes<em> in vitro</em> realizados na primeira etapa, a Fase 2 do Projeto PIPE, recentemente aprovado, terá como foco a descoberta de moléculas que não apenas têm atividade sobre o receptor de ocitocina, mas que também apresentem características ótimas em relação à forma como são metabolizadas pelo corpo humano.</p>



<p><br>“Na Fase 2, nosso foco é a busca de moléculas com ótima atividade farmacodinâmica e farmacocinética, detalha Penna.<br>Segundo ele, será empregado o desenho de fármacos com base na estrutura. Por meio dessa técnica, a proteína é modelada de forma tridimensional, átomo por átomo, a partir de um modelo da molécula feito em computadores. A partir daí, há diferentes técnicas para realizar a triagem dentro da região de interesse do receptor.</p>



<p><br>Houve um avanço tecnológico muito grande nessa área. Se antes já era possível triar milhões de moléculas nos computadores, agora isso foi potencializado por placas de vídeo muito potentes e softwares muito avançados. Com esse salto tecnológico, hoje conseguimos fazer a triagem de bilhões de moléculas para cada alvo – entre eles, o receptor de ocitocina. A inteligência artificial produziu um salto ainda maior, avalia.</p>



<p><strong>Capacidade computacional</strong></p>



<p>Em termos práticos, toda a capacidade computacional é utilizada para avaliar se a molécula se encaixa ou não nos receptores. São aplicadas então funções que calculam um score, definindo o quanto o encaixe é favorável. Com isso aumentamos enormemente a taxa de sucesso na seleção de moléculas com potencial para testes in vitro, diz Penna.</p>



<p>Trabalhamos com estações de trabalho de alta performance. São computadores superpotentes, capazes de processar um enorme volume de dados. Os softwares também são um ponto relevante, no qual investimos bastante. Embora boa parte da nossa plataforma tenha sido desenvolvida internamente, também integramos softwares que já estão plenamente validados, afirma o pesquisador.<br>De acordo com Penna, além das moléculas que atuam nos receptores de ocitocina, a Naiad também tem desenvolvido novas moléculas que atuam em outros GPCRs. Esses receptores localizados nas membranas das células estão envolvidos em aspectos tão fundamentais da biologia que aproximadamente 30% dos medicamentos disponíveis no mercado agem nesse grupo de proteínas.<br>Os GPCRs têm papel-chave em processos como resposta hormonal, comunicação entre neurônios e modulam processos biológicos de todo tipo, dos mais basais até os de alto nível, desde modulações metabólicas em nível celular à regulação do humor e atenção. Por conta disso, para praticamente toda doença há algum GPCR envolvido, explica Penna.</p>



<p>O modelo de negócios da Naiad tem foco na geração de valor para que as moléculas selecionadas sejam licenciadas para as grandes empresas farmacêuticas.</p>



<p>Não estamos focados, neste momento, em levar o desenvolvimento das moléculas até os testes clínicos. As grandes empresas têm mais espaço para esse estágio do desenvolvimento. Por outro lado, temos grande experiência na parte computacional e na triagem de novas drogas. Por isso, nosso propósito é levar o desenvolvimento até o final da parte pré-clínica e, a partir daí, buscar licenciamento, diz Penna.</p>



<p><strong>Equipe especializada</strong></p>



<p>Para isso, a Naiad conta com uma equipe de consultores de alto nível que atuam junto à empresa. Penna, que é o diretor-geral, é formado em ciência e tecnologia na UFABC e está finalizando seu doutorado direto na área de biossistemas. A diretora técnica, Valderes de Conto, é médica veterinária formada na Universidade Federal de Viçosa, com doutorado em biologia, na área de genética, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na UFABC.</p>



<p><br>Além de Penna e Valderes, os outros dois fundadores da startup são Antônio Kimuz Braz, professor de genética molecular e genômica na UFABC, e Maurício Coutinho Neto, também professor da UFABC na área de química computacional. Ambos são sócios-cotistas da empresa. O biólogo Cláudio Miguel da Costa Neto, que atua como consultor da startup, é professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Também atua como consultor o químico Gerhard Gross, especialista no desenvolvimento de fármacos com ampla experiência internacional.</p>



<p><br>Penna explica que a empresa foi inaugurada em 2018, depois de receber recursos de um investimento-anjo. Foi um grupo de investidores, pessoas físicas, alguns ligados ao mercado financeiro e todos entusiastas da tecnologia e interessados em inteligência artificial, diz. Um dos investidores-anjo, Ricardo di Lazzaro Filho, também se tornou membro do conselho da empresa.<br>O Ricardo foi um dos nossos mentores em todo o processo de formação e está conosco na empresa. Os investidores-anjo decidiram dar mais aportes à empresa posteriormente e também nos ajudaram na implementação dos protocolos que temos em funcionamento hoje. Em setembro de 2021, recebemos um investimento institucional da empresa de venture capital Green Rock, conta Penna.</p>



<p><strong>Negociações</strong></p>



<p>Atualmente, a Naiad está estruturando sua próxima rodada de captação de investimento privado, que deve ser fechada até o início de 2023. A empresa integrará a delegação brasileira que participará em junho da BIO International Convention, em San Diego, Estados Unidos, a convite da Associação Brasileira de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), onde discutirá seu pipeline de projetos em desenvolvimento e estará aberta para discussões com investidores e parceiros de negócios.</p>



<p><br>Nossa metodologia está se mostrando muito eficiente em relação à detecção de moléculas de alto potencial farmacológico. Nossos números indicam isso e o mercado tem ficado atento a esses resultados. Estamos confiantes e empolgados com a possibilidade de contribuir significativamente para o desenvolvimento de novos medicamentos, afirma Penna.</p>



<p>Fonte: Veja/ Abril</p>
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		<title>Você sabe o que é a escala de 3 pontos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 17:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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<p>Muitos indivíduos apresentam dificuldades para regular suas emoções.&nbsp; A escala de 3 pontos é uma estratégia de enfrentamento que pode ser ensinada para crianças e adolescentes para aprender a regular seu comportamento. Você mesmo pode confeccionar o material, veja só:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="669" height="363" src="//i2.wp.com/cieccomportamental.com.br/wp-content/uploads/2022/05/escala-de-3-pontos.jpg" alt="" class="wp-image-378" srcset="https://cieccomportamental.com.br/wp-content/uploads/2022/05/escala-de-3-pontos.jpg 669w, https://cieccomportamental.com.br/wp-content/uploads/2022/05/escala-de-3-pontos-300x163.jpg 300w, https://cieccomportamental.com.br/wp-content/uploads/2022/05/escala-de-3-pontos-260x141.jpg 260w, https://cieccomportamental.com.br/wp-content/uploads/2022/05/escala-de-3-pontos-50x27.jpg 50w, https://cieccomportamental.com.br/wp-content/uploads/2022/05/escala-de-3-pontos-138x75.jpg 138w" sizes="(max-width: 669px) 100vw, 669px" /></figure></div>


<p>São 3&nbsp; círculos coloridos:</p>



<p><strong>Verde</strong> =  &nbsp;significa: &#8220;Eu me sinto calmo&#8221; (ou seja, calmo/feliz):</p>



<p><strong>Amarelo </strong>= &#8220;Eu me sinto um pouco mal&#8221; (ou seja, ficando ansioso, ou irritado)</p>



<p><strong>Vermelho</strong> = &#8220;Eu me sinto muito mal (ou seja, muito irritado).</p>



<p>Lembre-se que é de extrema importância que você:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Descreva  de forma clara com o individuo o que significa para ele: irritado, feliz, ansioso, ou o termo que ele costuma usar;</li><li> Fazer o individuo tatear ou seja nomear a emoção que está sentindo naquele momento.</li><li>Depois dessa fase, ensinar a criança ou o adolescente  a engajar em procedimentos de regulação emocional e acessar atividades associadas a esse nível (por exemplo, ouvir música, pedir um brinquedo &#8220;<em>Stim&#8221;,</em> dar uma volta, tomar uma bebida de água, sentar na cadeira, estratégias de respiração etc.)</li></ol>



<p>Lembre-se de que,&nbsp; esse é uma dos &nbsp;procedimentos de ensino, ainda é extremamente importante coletar dados sobre o comportamento desafiador em questão, o processo é sempre individual, e muitas vezes será necessário adaptar a cada indivíduo. Ë sempre importante:</p>



<p>1. Definir o comportamento</p>



<p>2. Fazer uma &nbsp;(linha de base) do comportamento que pretende modificar;</p>



<p>3. iniciar o tratamento;</p>



<p>4. Coletar dados;</p>



<p>5. Analisar dados – Usar os dados para tomar decisões baseadas em dados,</p>



<p>Se o seu procedimento de ensino está funcionando, então você deve ver uma diminuição no comportamento negativo. Se não, então pode significar várias coisas.</p>
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		<title>05 vídeos do YouTube que você precisa para terapia de habilidades sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 16:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Vídeos de clipes animados são curtos, envolventes e geralmente não têm muita linguagem, o que significa muitas oportunidades para interpretar expressões faciais e linguagem corporal. Nossa<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Vídeos de clipes animados são curtos, envolventes e geralmente não têm muita linguagem, o que significa muitas oportunidades para interpretar expressões faciais e linguagem corporal.</p>



<p>Nossa dica de hoje são 05 animações curtas disponíveis no YouTube que mostram uma variedade de perspectivas e pensamentos. &nbsp;Uma ótima dica para que você possa usar esses vídeos para ajudar a desenvolver TONELADAS de perspectivas e possibilidades de ensino.</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=Gk1BuIECXrI" target="_blank">Mouse for Sale:</a></strong> Est animação é sobre um rato que parece diferente e está tendo dificuldades para ser vendido em uma loja de animais. Tem alguns adoráveis ​​momentos de &#8216;olho&#8217; em que usamos nossas flechas para ver o que os personagens estão pensando. <br></li><li><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=5bnFAfkmnXk" target="_blank">Tone Deaf</a> :</strong> Uma animação adorável se você tem meninas em seu grupo social, pois é sobre uma princesa surda (que tem a voz mais horrível) e realmente não sabe que seu canto é terrível (ela não está verificando!). Traça grandes paralelos com seus alunos que também podem estar perdendo muitas dicas sociais e há uma cena particularmente ótima em que eles usam um balão de pensamento.<br></li><li><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=2fR9HqilmKM" target="_blank">Playmate:</a> </strong>Para ensinar que outras pessoas estão pensando em nossas ações. Um menino começa a maltratar seu robô de brinquedo quando ganha um novo amigo – tem uma grande variedade de emoções e sentimentos.<br></li><li><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=7V7MOk0FZrg" target="_blank">Carrot Crazy:</a> </strong>Este é outra animação engraçada que explora o vocabulário com isso. Classificamos as emoções e vemos como os sentimentos começam.<br></li><li><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=XzuTZKTzH8U" target="_blank">What the Fly</a> :</strong> Um maestro de uma orquestra tem que fazer malabarismos com moscas que zumbem ao seu redor enquanto tenta reger. Boas expressões faciais, mas a linguagem corporal é fantástica, pois impacta diretamente na música… quando o maestro move a mão rapidamente, a música acelera.<br></li></ol>



<p>Gostou de nossas dicas? Deixe nos comentários e se tiver uma indicação teremos prazer em conhecê-la!</p>



<p></p>
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		<title>A gamificação no desenvolvimento de habilidades socioemocionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CIEC Comportamental]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 14:17:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Programa START]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda como a utilização de jogos é fundamental para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Conheça a proposta da gamificação na educação! Habilidades socioemocionais são determinantes na<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Entenda como a utilização de jogos é fundamental para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Conheça a proposta da gamificação na educação!</strong></p>



<p>Habilidades socioemocionais são determinantes na formação humana e precisam ser desenvolvidas desde a mais tenra idade.</p>



<p>Felizmente, o pensamento sobre gestão das emoções tem evoluído consideravelmente no sistema de ensino brasileiro, graças às orientações incluídas no BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e, principalmente, ao esforço de profissionais dedicados a estudar e compartilhar seus conhecimentos e práticas.</p>



<p>Na busca por um ensino condizente com a realidade da geração atual de crianças e adolescentes, a gamificação na educação tem se tornado cada vez mais presente nas escolas, associada sobretudo ao uso de tecnologias.</p>



<p>Visto que gostar de jogos é tão comum, usar seus elementos ― analógicos ou digitais ―&nbsp;<strong>ajuda a impulsionar o engajamento dos alunos</strong>&nbsp;em conhecimentos diversos, inclusive no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, e tem gerado resultados surpreendentes.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a gamificação pode ser incluída no plano de aula</strong></h2>



<p>Como estratégia de ensino, a gamificação pode integrar o plano de aula e servir como ponte para a abordagem de temas transversais e projetos multidisciplinares. Trata-se de uma oportunidade para experimentar regras, emoções e papéis sociais ― fatores substanciais à gestão das emoções.</p>



<p>Ao jogar, os alunos desenvolvem novas estruturas de pensamento para compreender os conteúdos, e isso pode <strong>motivá-los a participar mais profundamente</strong> e até mesmo mudar seu próprio conceito sobre o processo de ensino-aprendizagem.</p>



<p>Além disso, os projetos de gamificação contém aplicações bem diferentes, podendo estar restrito ao microambiente da sala de aula,&nbsp;<strong>envolver outras turmas</strong>&nbsp;da própria escola ou até diferentes grupos sociais, o que inclui a família e a comunidade.</p>



<p>Para se ter uma ideia do potencial da gamificação na educação, designers de jogos eletrônicos trabalham em conjunto com educadores para&nbsp;<strong>desenvolver materiais lúdicos</strong>&nbsp;que incorporem elementos dos jogos no dia a dia de crianças e jovens de diversas faixas etárias.</p>



<p>Seja por meio de soluções existentes no mercado, seja a partir da criatividade da escola e do professor, a ideia de ter a gamificação no plano de aula envolve a definição concreta de objetivos, a comunicação clara e o desenvolvimento consciente da identidade dos alunos em relação a si, aos saberes e à própria escola.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os benefícios socioemocionais que a gamificação na educação pode gerar</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Interatividade</strong></h3>



<p>A gamificação&nbsp;<strong>incentiva que os jogos envolvam mais de um participante</strong>. Escolhendo com cuidado o tema, os jogadores são motivados a encontrar soluções em conjunto, ajudando-se um ao outro, compartilhando impressões e oferecendo e recebendo sugestões.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criatividade</strong></h3>



<p>Jogos com diversos níveis oferecem diferentes graus de dificuldade. Para cada nível, é preciso exercitar a criatividade, a fim de&nbsp;<strong>encontrar soluções diferentes</strong>&nbsp;das anteriores.</p>



<p>Obter sucesso no jogo — e na vida — depende das soluções criadas individualmente e das construídas em equipe. A solução de hoje pode ser aperfeiçoada e utilizada novamente, ou, então, propõe-se uma nova, que siga um raciocínio mais completo, envolvendo novas variáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autonomia de pensamento</strong></h3>



<p>A necessidade de exercitar a criatividade leva o aluno a pensar. Investir tempo buscando novas soluções&nbsp;<strong>desenvolve a capacidade de resolver problemas</strong>, melhora a autoestima e começa a desenhar o caminho a seguir na vida.</p>



<p>Escolhemos nossos caminhos de acordo com a capacidade que entendemos ter. Se não houver o exercício da autonomia do pensamento, como a criança conhecerá sua capacidade, suas habilidades e seus limites? A superação somente acontecerá por meio do autoconhecimento, da confiança nos pontos fortes e da consciência dos desafios a enfrentar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Persistência</strong></h3>



<p>Muitos adultos têm uma excelente iniciativa e exercitam a criatividade, mas são gênios criativos que não concluem seus projetos de vida. Nesse sentido, a gamificação na educação é excelente para trabalhar a persistência para atingir objetivos.</p>



<p>Uma das ideias nos jogos é revelar os próximos níveis somente depois de vencidos os primeiros. Sabendo disso, os alunos deverão se desdobrar para concluir o atual desafio se quiserem continuar o aprendizado. Para tanto, eles podem utilizar os mais diversos mecanismos, desde que sigam as regras de conduta no jogo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Competição saudável</strong></h3>



<p>Como toda perda gera estresse e exposição das crianças,&nbsp;<strong>é preciso trabalhar as emoções ligadas ao fracasso</strong>. Caso a escola ignore esse fato, o aluno pode ter um baixo aproveitamento escolar, sofrer ou praticar&nbsp;<em>bullying</em>&nbsp;e vivenciar depressão e problemas na saúde emocional.</p>



<p>Viver em um ambiente de competição, conflito de egos e intolerância não é particularidade apenas da vida adulta — infelizmente, as crianças também estão expostas a essas situações.</p>



<p>A competição está presente em todas as fases da vida.<strong>&nbsp;Ensinar que adversário não é inimigo</strong>&nbsp;é um bom exercício que ajuda a criança a perceber a existência de conflitos em que a outra parte é um amigo, colega, professor ou familiar, e que a pessoa é mais importante que vencer. Entretanto, a questão não é vencer o conflito, mas saber administrá-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Práticas em que a escola pode investir para promover a gamificação</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Encoraje a conexão social</strong></h3>



<p>Para começar, desenvolva em seus alunos as conexões sociais. Ao<strong>&nbsp;promover interações entre pares e grupos</strong>, o nível de engajamento na gamificação tende a aumentar.</p>



<p>Por exemplo, os alunos podem formar equipes e competir entre si, ou podem&nbsp;<strong>competir, de maneira saudável</strong>, com outras classes. À medida que os alunos colaboram para resolver problemas e ganhar pontos, eles investem cada vez mais naquilo em que estão aprendendo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Use o Role Play</strong></h3>



<p>Talvez você já tenha ouvido falar dos jogos de RPG (<em>Role Playing Games</em>). Pois é exatamente esse o objetivo do Role Play na gamificação na educação: fazer com que os alunos&nbsp;<strong>assumam papéis para o desenvolvimento de uma atividade</strong>. Assim como no RPG, pode ser criada uma trama na qual cada aluno terá um personagem, um mistério e um desafio.</p>



<p>A ideia com o Role Play é que os estudantes, além de se engajarem a partir desse universo ficcional, tenham uma participação efetiva no trabalho e se coloquem como <strong>agentes no processo de construção de seus conhecimentos</strong>.</p>



<p>A propósito, você já conhece o <a rel="noreferrer noopener" href="http://start.cieccomportamental.com.br/" target="_blank">PROGRAMA START do CIEC</a> ?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A relação entre&nbsp;as habilidades socioemocionais e a gamificação na educação</strong></h2>



<p>Como você pôde ver, os jogos são uma ferramenta abrangente, que contribui não apenas para colocar o aluno no centro do processo de ensino aprendizagem, mas principalmente <strong>inspira o desenvolvimento de relações sociais</strong> saudáveis, sobretudo com relação à gestão de conflitos.</p>



<p>Com esse viés, a gamificação na educação permite desenvolver habilidades socioemocionais que capacitarão as crianças a evitar sentimentos destrutivos para si e o outro, e&nbsp;<strong>desenvolver empatia</strong>, compaixão, autoconfiança e autopercepção.</p>



<p>Tal aprendizado é fundamental para que aprendam a gerir conflitos e relacionamentos e exercitar a criatividade. Isso pode resultar em relacionamentos saudáveis, estabilidade e <strong>inteligência emocional</strong>, resiliência, mais qualidade de vida e melhor rendimento escolar.</p>



<p>Gostou deste conteúdo? Continue conosco e leia este artigo sobre a importância de desenvolver habilidades socioemocionais para atuar no mercado de trabalho!</p>



<p>Fonte/ Créditos: Escoladainteligencia.com.br</p>
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